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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Primeiro gol do Spotlight da RBS


O jornalismo de breaking news (notícias puras e duras) morreu nos jornais em papel. É insano publicar aquilo que todo o mundo já ficou sabendo pelas mídias mais rápidas - e querer cobrar por isso.

A solução para que os jornais voltem a ser necessários é buscar o diferente, o por quê, a análise. E o exclusivo, a investigação.

Hoje Zero Hora (Porto Alegre, RS) sai com o primeiro resultado do seu grupo de investigações. Boa pauta, bom resultado (o erro é querer segurar o leitor publicando informações em conta-gotas, até sexta-feira, mas aí é outro problema).

É preciso agora seguir buscando bons tema e azeitar a conexão digital.

Para se acompanhar de perto.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Tragédia da Chape - Os melhores


Na morte é preciso ser sensível.

Extra (Rio de Janeiro, RJ) e O Povo (Fortaleza, CE) conseguiram. O branco foi fundamental, trouxe a pureza.

Sensível também foi o esportivo bem humorado Olé (Buenos Aires, Argentina), com seu trocadilho e uma charge genial. Com enorme respeito.


Tragédia da Chape - Boas ideias, mal executadas

Para que a palavra "dor" na capa do Diário Catarinense (Florianópolis, SC)? Será que a foto em P&B não bastava?

Por que a lágrima da capa do Lance (SP) ficou tão falsa? A arte não poderia ter ajeitado um pouco?

E qual o motivo para a emoção da foto de A Notícia (Joinville, SC) não funcionar?

Quando se cria uma capa, é preciso entender o conjunto da obra. Analisar, repensar e refazer. Ou boas ideias podem ficar pelo caminho.




Tragédia da Chape - Os piores


Incrível como em pleno 2016 dois dos maiores jornais do Brasil ainda conseguem cometer capas absurdas no dia seguinte à pior tragédia do esporte brasileiro.

Achar que o leitor será surpreendido pela manchete é uma ideia que deveria ter caído junto com o Avro, nos arredores de Medellín.

Folha de S. Paulo (SP) e O Estado de S. Paulo (SP) erram uma vez mais ao comportarem-se como se fossem os donos da notícia.

Em 1950 era possível. Hoje não. Os leitores da Folha e do Estadão estão verdadeiramente de luto.

domingo, 27 de novembro de 2016

Adeus, Fidel - Cuba


As capas históricas de Granma (Havana, Cuba) e Juventud Rebelde (Havana, Cuba).

Essas estarão nos museus da ilha.

Adeus, Fidel - América Latina

Na América Latina Fidel Castro é um personagem de presença garantida nas capas.


Adeus, Fidel - E no Brasil...


Curiosíssima a manchete da Folha de S. Paulo (SP). É ipsis litteris o tweet de Donald Trump para anunciar a morte de Castro.

E não diz nada 24 horas depois do ocorrido...