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sábado, 17 de agosto de 2019

O Meia Hora e suas grandes sacadas


Meia Hora (Rio de Janeiro, RJ) é um jornal irreverente, que procura ocupar o espaço dos históricos populares que divertiam a malandragem carioca.

Aí aproveita-se dos deslizes dos políticos e consegue criar capas com duplo sentido e muita criatividade.

PS: do FaceBook do colega Renato Dorneles

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Três leituras das mesmas fotos


 Com as mesmas fotos - distribuídas por agências internacionais - é possível customizar capas, alterando a ordem ou cortando algumas imagens. Isso chama-se edição fotográfica.

National Post (Toronto, Canadá), El Tiempo (Bogotá, Colômbia) e Süddeutsche Zeitung (Munique, Alemanha) interpretam, cada um de sua maneira, os protestos de Hong Kong.

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Um jornal que merece respeito


The Washington Post (Washington, DC) é um jornal genial. Ao mesmo tempo em que investe pesado em tecnologia e aposta no Digital, valoriza a edição impressa com ideias criativas que justificam a compra de cada exemplar de papel.

Na edição de ontem, por exemplo, um suplemento de 12 páginas com a lista dos 1.196 mortos (desde 1966) em ataques de atiradores desequilibrados, que descarregam armas sobre inocentes. Uma homenagem a quem perdeu a vida sem motivos.

A edição do suplemento The Lives Lost (As Vidas Perdidas) é uma crítica ácida à política armamentista de Donald Trump. Com ideias originais é possível se posicionar sem sequer citar o nome do presidente.

The Washington Post faz jornalismo puro, da melhor qualidade.

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Na rotativa do NYTimes: "Parem as máquinas"


O chefe da edição impressa do The New York Times (Nova York, NY), Tom Jolly, precisou voltar atrás e interromper ontem a rodagem do jornal por um título que provocou a ira dos leitores (nos EUA é hábito a capa do jornal ser divulgada por redes sociais e TVs na noite da véspera).

Na primeira versão, oficialista, o jornal "comprava" a explicação de Donald Trump para a tragédia de El Paso. Na segunda, enfim, há uma crítica à falta de posicionamento na política de combate às armas.

As reclamações vieram de democratas - deputados, senadores - e de leitores anunciando a suspensão da assinatura do jornal. Ao ver o tamanho do estrago, rapidamente Jolly mandou parar a rodagem e substituiu o título polêmico.

PS: colaboração do atento Jeison Rodrigues, via Alexandre Aguiar.

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

O fim de um popular


Notícia Agora (Vitória, ES) nasceu na onda dos jornais populares que invadiram o país em torno ao ano 2000. Em cada capital pipocava um (ou mais de um) popular, com linguagem acessível e a fórmula BBB (Bola, Bala e Bunda).

Curiosamente, enquanto os populares conquistavam Belo Horizonte, Goiânia e Porto Alegre, por exemplo, em Vitória a situação era diferente. Por isso o o jornal do Grupo Gazeta se reinventou há sete anos, virou NA!, navegou por ares de serviço, futebol e celebridades. Mas mesmo assim não decolou.

Hoje, o NA! chegou às bancas pela última vez.

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Breaking News: A Gazeta terá apenas uma edição impressa por semana


Notícia quente vindo do mundo capixaba: o tradicional jornal A Gazeta (Vitória, ES), com 90 anos de história, vai deixar de ser diário.

Seguindo o modelo da Gazeta do Povo (Curitiba, PR), A Gazeta reduz a circulação para apenas uma edição por semana. E reforça a plataforma digital, para cortar custos de produção sem perder a conexão com a audiência.

A partir de 30 de setembro o veículo estará vivendo essa novidade.

Antes, porém, já amanhã, deixa de circular Notícia Agora (Vitória, ES), o popular do Grupo Gazeta.

Na verdade o movimento do Grupo Gazeta é consequência da nova realidade dos meios de comunicação no mundo inteiro. O modelo de negócios mudou. É preciso entender como manter a relevância mesmo com meios não tradicionais.

Mais detalhes aqui.


Linda capa do Metro em SP


Sutil.

Como devem ser as capas elegantes.

Mensagem clara e forte do Metro (SP).