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terça-feira, 8 de junho de 2021

Em publicidade, Brasil 0 x 1 Argentina

Não é preciso explicar.

A criatividade argentina é impressionante. Salve Diego!


segunda-feira, 7 de junho de 2021

Manchetes inúteis dos jornalões


Em pleno 2021 os jornalões ainda não entenderam qual é a função de um meio impresso. 

Spoiler: é ir além, não ficar na notícia pura e crua.

Folha de S. Paulo (SP), O Estado de S. Paulo (SP) e O Globo (Rio de Janeiro, RJ) chegaram aos poucos assinantes hoje com a "notícia" do afastamento do presidente da CBF (informação veiculada ontem às 17h16 no GE, por exemplo). Nenhum avanço. Nenhum desenvolvimento. Nenhuma novidade.

Fica difícil alguém querer comprar um exemplar ou assinar. Nada combina menos do que notícias velhas e jornal impresso.
 
   
  
 

 

sábado, 5 de junho de 2021

Escolhas muito equivocadas


A Seleção Brasileira jogou ontem, com transmissão por TV aberta. O jogo era pelas eliminatórias da Copa do Mundo, é verdade, mas o Brasil lidera disparado, não corre riscos.

Fora de campo, os jogadores ameaçam não participar da Copa América. O treinador está à beira da demissão. O presidente da CBF sofre acusações de assédio sexual.

Ou seja, o que menos importa no futebol brasileiro hoje é o resultado do jogo. O fato está no motim, na primeira grande movimentação de jogadores e comissão técnica da Seleção dos últimos tempos. Mas alguns jornais insistem em falar do jogo, apenas do jogo, em um caso explícito de preguiça editorial e de mau jornalismo.

Pelo menos A Tarde (Salvador, BA), Correio do Povo (Porto Alegre, RS), Estado de Minas (Belo Horizonte, MG) e O Povo (Fortaleza, CE) erraram mais na concepção de capa de hoje do que Neymar na primeira cobrança do pênalti ontem.

quinta-feira, 3 de junho de 2021

The Economist coloca o Brasil no respirador


A revista The Economist (Londres, UK) fez uma leitura precisa sobre o Brasil de 2021, aquele que já somou mais de 465 mil mortos por Covid-19.

A reportagem (para assinantes) está em um dossiê na edição mais recente e pode ser vista aqui.

Vale a leitura.

terça-feira, 1 de junho de 2021

O silêncio de Estadão e Globo - II

Como a repercussão do assunto do post anterior é enorme, vou dar uma opinião por aqui:

1. As manifestações estavam convocadas. Era algo previsto. Portanto poderiam estar no planejamento dos grandes jornais;

2. Talvez as empresas não acreditassem que as manifestações recebessem tanta gente - e por isso tinham espaços pequenos nas capas. Só que quando viu-se o tamanho dos movimentos era obvio que o planejamento deveria ser alterado;

3. Não acredito que em pleno 2021 empresas de comunicação como O Globo e O Estado de S. Paulo tenham medo do atual governo moribundo, ou preferem não atiçar o presidente. Prefiro crer que tratou-se de uma opção editorial, influenciada pelo planejamento excessivo. Planejamento que revelou-se equivocado, tamanha repercussão negativa;

4. De qualquer forma esse incidente revela a importância do impresso. Gerou enorme barulho;

5. Outros meios de comunicação do Brasil, inclusive aqueles que costumam publicar nas edições de segunda-feira o futebol de sábado, também ignoraram as manifestações. Estas, porém, têm maior possibilidades de ter desdenhado a manifestação para não desagradar o governo. Têm um histórico de "se hay gobierno, soy a favor";


O silêncio de Estadão e Globo


Aconteceu no domingo, mas ainda vale a análise.

Por que nem todos os jornalões dão importância ao primeiro grande movimento da oposição pela derrubada do governo Bolsonaro?

O jornalismo ensina que quando há multidões em torno de um mesmo tema, um mesmo lugar, ali está a grande notícia. Não foi o que se viu nas primeiras páginas de O Estado de S. Paulo (SP), nem de O Globo (Rio de Janeiro, RJ).

Folha de S. Paulo (SP) salvou o grupo.

PS: do Facebook do colega Luiz Caversan




sexta-feira, 28 de maio de 2021

A capa que o mundo ficou devendo, agora no NYTimes


A infeliz guerra entre Israel e palestinos deixou sequelas absurdas. E o mundo parece não ter dado a importância necessária às cicatrizes.

Hoje The New York Times (Nova York, NY) recupera o tempo perdido e faz uma justa galeria de fotos de 64 das 69 crianças mortas por bombas (67 palestinas, duas israelenses).

Um triste episódio de 2021 - como se não bastasse a Covid-19.