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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Parece, mas não é


A edição paulistana do jornal Metro (SP) produziu uma bela capa na semana passada (ESQ), elogiada pelo Mídia Mundo.

Hoje, oito dias depois, a edição capixaba do Metro (Vitória, ES) repete a mesma ideia (DIR). Só que mantém as fotos originais de São Paulo, mesmo que a linha fina se refira à Grande Vitória.

Poderia ter copiado a ideia (afinal, é uma rede), sem problemas, mas com fotos próprias. Parece local, mas não é.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Os grandes também erram


Bola fora da Folha de S. Paulo (SP) em matéria de saúde, ontem.

Se esse título principal fosse verdade teríamos uma explosão de mulheres em torno aos 50 anos com altura beirando os 2,5 metros!!!

Faltou ler melhor antes de fechar a página. Ou aumentar o número de redatores no plantão.

PS: bem observado pelo leitor Leandro Tessler

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Quando o manual gráfico prejudica



Há alguns anos o "manual do bom desenho de jornais" liberou que as manchetes possam variar de corpo, fonte e até cor na manchete. Seria uma forma de chamar a atenção na primeira página.

Até aqui nenhum problema, desde que o editor saiba o que está fazendo - e conheça a fundo o objetivo de tal "licença poética".

Hoje O Liberal (Belém, PA) e Super Notícia (Belo Horizonte, MG) mostram como NÃO se deve fazer. Os dois jornais, para fazer uma linha entrar no espaço limitado, reduzem o corpo, escondendo a informação principal.

Os 10% do Pará e as 700 vagas de Minas são super relevantes. Mas entram na linha menor, como uma tática apenas para que entre no espaço.

Sugestão: pense mais antes de cometer esses absurdos gráficos.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

A ocasião faz a capa


O olhar atento do fotógrafo André Porto foi determinante para a beleza da capa do Metro (SP).

Pessoas caminhando com sombrinhas, para proteção do sol. O balé valeu capa.

E ficou muito bom.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Extra faz a leitura perfeita do momento


Enquanto a ministra da goiabeira fala em azul/vermelho, Extra (Rio de Janeiro, RJ) firma posição sem deixar dúvidas.

Genial.

A mesma foto de novo


A troca do letreiro no Ministério da Economia ganhou capa dos três jornalões.

Pouca criatividade, muita previsibilidade.

Está nas capas de Folha de S. Paulo (SP), O Estado de S. Paulo (SP) e O Globo (Rio de Janeiro, RJ). Outra vez a mesma imagem.


quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

O jornalismo clone e a anatomia de uma foto



A foto de capa de Folha de S. Paulo (SP) e de O Estado de S. Paulo (SP) é rigorosamente a mesma, apesar de terem sido disparadas (opa) por repórteres-fotográficos distintos.

Isso significa que nada mais previsível que a capa de um jornalão. Nenhuma referência (salvo Mônica Bergamo) ao caos como foram tratados os jornalistas ontem. Se você fosse dono de um jornal e a segurança impedisse um funcionário seu de trabalhar livremente, o mínimo que você faria seria publicar na capa uma nota de repúdio. Mas não.

A foto em questão é típica do candidato-polêmico-que-virou-presidente. Indicadores contra ele mesmo. Só compete com as imagens da imitação de arma, ainda dentro do Rolls-Royce.

Mas a foto permite outras leituras. Como a seguir.


Agora (SP) corta só no presidente. O foco é na faixa e nos dedos de Bolsonaro.

O Popular (Goiânia, GO) publica todo o quadro, inclusive com os aplausos do ex-presidente.

Uma mesma imagem com três leituras.
 
PS: obrigado ao olhar atento de Nelson Nunes