Imprima essa Página Mídia Mundo: 2017

sábado, 30 de dezembro de 2017

Um super 2018 para o mundo das comunicações


Se 2017 foi muito bom, 2018 será ótimo!

Ótimo para quem entender que o mundo mudou.
Que aquele jornal de antigamente, de notícias, já não funciona mais.
Que o caminho para o digital é sim ou sim.
Que quanto mais tecnológico são as plataformas, melhor o jornalismo a ser praticado.
Que o tempo do "mais ou menos" acabou.
Que o talento é mais que necessário.

Histórias, boas histórias.

E o melhor jornalismo de todos os tempos.


Um forte abraço e votos de um super 2018!

Eduardo Tessler & Equipe


Esqueceram o manual de instruções


Os jornais da rede NSC quiseram ser ousados na última edição do ano. E quebraram a cara.

O que se entende das capas de Diário Catarinense (Florianópolis, SC), A Notícia (Joinville, SC) e Jornal de Santa Catarina (Blumenau, SC)?

Nada.

A mensagem é tão sublime que seria necessário oferecer um manual de entendimento aos leitores. Os editores muitas vezes querem ousar sem ter conteúdo. E erram feio.

Que em 2018 esses jornais melhorem. Pelo menos um pouquinho.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Boa sacada de A Gazeta


Como revelar, de uma maneira criativa, que há 195 mil analfabetos no Espírito Santo?

Pergunte a A Gazeta (Vitória, ES).

Novas formas de contar uma história. É mais que uma tendência no jornalismo: uma necessidade.


Novas formas de contar histórias


A Real Academia Espanhola, responsável pelo idioma castelhano, aceitou 3.345 novas palavras ao vocabulário.

20 Minutos (Madri, Espanha), o mais importante gratuito daquele país, montou uma palavras-cruzadas para revelar 13 delas.

Criatividade acima de tudo. Novas formas de contar histórias.

PS: colaborou o espanhol Chus del Río

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Um tabloide com alma de standard


O Popular (Goiânia, GO) mudou formato em abril do ano passado. Mas parece que ainda não se acostumou com as novas medidas.

Hoje o jornal publica uma ótima foto de Sebastião Nogueira de um engradado colocado em um buraco de rua para chamar a atenção dos motoristas. Genial.

Mas a necessidade de publicar quatro fotos e 10 chamadas - fora o serviço - em um compacto acabam de vez com qualquer impacto que O Popular poderia ter.

Que pena.

Capa de impacto, mas leitores não poupam críticas


A capa do Comércio da Franca (Franca, SP) tem muita força. As fotos de tres rapazes da cidade, mortos em um terrível acidente de carro. Fundo branco. Pequena mensagem. Tudo muito bem.

Os problemas, identificados pelos leitores que movimentam as redes sociais da cidade, vão mais longe.

1. Por que publicar as fotos dos três meninos apenas, quando outros jovens de Franca também morreram em acidentes de automóveis e motos nos últimos dias? Uma vida é diferente de outra?
Bem, o CF optou pelas mortes que chocam seus leitores. São rapazes da alta sociedade, universitários. Certamente os assinantes conhecem as famílias. Isso não chega a ser um problema.

2. Por que o jornal não fala das causas do acidente?
Sim, ao que tudo indica foi imprudência de um deles. O carro, um "modesto" BMW M5, trafegava em alta velocidade e despencou em um barranco. Até o momento não se sabe se quem guiava estava embriagado ou sob efeitos de drogas.

3. Não parece muito tempo de diferença entre o acidente (noite de sábado) e a capa de hoje (terça)?
Sim, o tempo joga contra a aposta de capa do jornal.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Mesma ideia, mesma fonte


Muito curiosa a escolha editorial de Estado de Minas (Belo Horizonte, MG) e Hoje em Dia (Belo Horizonte, MG). Ambos apostaram na lista dos criminosos procurados.

Até aí, tudo bem.

A coincidência é a escolha da fonte para a chamada: igual.

Verdade que cada um chama o material de outra maneira, mas o estilo pôster valeu para os dois.

Manchete meio sem noção


Faltou conteúdo na redação de A Notícia (Joinville, SC).

Ou como explicar uma manchete irrelevante, de outubro, e extraída de um release do governo?

Se isso ainda fosse importante para a vida do cidadão de Joinville, OK. Mas da maneira como saiu foi um tiro na água.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Reserva de mercado prejudica o leitor


Compare as fotos de capa de quatro jornais de Porto Alegre: o Grêmio está na final e o momento é de festa.

Metro (Porto Alegre, RS), Correio do Povo (Porto Alegre, RS) e Diário Gaúcho (Porto Alegre, RS) publicaram a melhor foto disponível, seja do heroi ou do momento do gol.

Zero Hora (Porto Alegre, RS) optou por publicar a imagem de seu enviado especial, que se posicionou no alto, longe do campo. O resultado é uma foto bastante inferior à concorrência.

Se a decisão de ZH foi pela qualidade da foto, é preciso revisar os critérios editoriais. Se foi pela reserva de mercado, para valorizar o enviado, houve uma punição deliberada ao leitor.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Uma aula de bom jornalismo


A Guerra do Brasil é um documento histórico. Pesquisa feita pela equipe de O Globo (Rio de Janeiro, RJ), a partir de dados oficiais, descobriu que há um assassinato a cada 10 minutos no Brasil! E que em apenas 15 anos foram assassinados 786 mil pessoas no país.

Na capa do jornal hoje, a comparação com a população de Lisboa. Poderia ter sido o equivalente a três Florianópolis também. É muita gente.

O material completo, que desde ontem está no site de O Globo, é excelente. Jornalismo de dados, linguagem visual, tudo funciona. Uma aula de bom jornalismo.

Assinantes de O Globo podem ver aqui.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Gazeta do Povo volta atrás


Gazeta do Povo (Curitiba, PR), que há alguns meses reduziu a frequência da edição papel a uma por semana, mostrou maturidade na plataforma digital.

Depois de ver reação negativa a uma ferramenta para receber relatos de doutrinação ideológica nas salas de aula, a empresa decidiu retirar a aplicação do ar.

A história completa está aqui.

PS: dica de Paulo Freitas

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Uma foto nota 10


Se chama Mila Cordeiro a autora dessa ótima foto, maravilhosamente bem editada na capa de A Tarde (Salvador, BA).

A força da imagem é meio caminho andado para que a primeira página do jornal seja potente. A foto cumpriu seu papel.

Falta de manchete


O Diário de Cachoeirinha (Cachoeirinha, RS), um município da Grande Porto Alegre, deve estar em crise. Crise de reportagem, crise de criatividade, crise de imaginação.

Ou como explicar que a conclusão obvia de uma palestra tenha virado manchete do jornal?

1. Irrelevante
2. Sem o menor interesse público
3. Absolutamente obvia, tipo "não-notícia"

Dessa forma o futuro do DC está selado. E não será feliz.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

A lua e o Capitólio


Sim, a imagem da lua contrastando com o Capitólio, em Washington, é muito bonita. Mas fica estranho quando três grandes jornais do país a publicam na capa, não?

The Washington Post (Washington, DC), The Wall Street Journal (Nova York, NY) e USA Today (McLean, VA) apostaram tudo no encontro do astro com a câmara dos deputados.




quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Quatro tentativas, nenhum acerto



Quando há um evento mais que esperado - como a final da Taça Libertadores com uma equipe local - os editores brilham. Criam capas antológicas.

Não foi o que aconteceu em Porto Alegre.

Quatro jornais tentaram - em vão - algo histórico. Mas tropeçaram.

Diário Gaúcho (Porto Alegre, RS) chegou perto, mas disse pouco. Metro (Porto Alegre, RS) arriscou uma ilustração, porém ficou devendo. Os tradicionais Zero Hora (Porto Alegre, RS) e Correio do Povo (Porto Alegre, RS) foram extremamente conservadores. E hoje era o dia da ousadia.

Todos perderam uma oportunidade. Quem sabe amanhã tem outra - que não seja a sempre presente foto com a taça no pódio.

Jornal local. Mas a foto...


Outra vez o Jornal da Cidade (Bauru, SP) esquece que é um diário de uma cidade do interior. E abre como foto principal uma imagem de Bali, Indonésia.

Sim, Bali!

Incrível. Depois os executivos de plantão discutem horas e horas os motivos para a circulação em papel estar em queda-livre.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

O que pretende o Estadão?


Difícil entender qual o objetivo de O Estado de S. Paulo (SP) em dar em manchete uma pesquisa Estadão-Ipsos que mistura gregos e troianos, ao perguntar "Aprova ou desaprova a maneira como atua no país?". E, sim, Luciano Huck levou 60%, afinal se julgava como ele atua...na TV. Se estivesses na pesquisa, juiz Sérgio Moro levaria um 70%, o cantor Roberto Carlos pelos menos 80% e o treinador Tite beiraria os 100%.

Só que a pesquisa é com presidenciáveis. E acaba elevando o apresentador Huck à ilusão de favoritismo. Isto é, no mínimo, irresponsabilidade do Estadão.

Como no mundo da mídia ninguém é bobo, a dúvida é por que o tradicional jornalão paulistano fez isso? O que pretende? De verdade os Mesquita apoiam Huck, como no passado fizeram com Collor?

PS: Do FaceBook de Flávo Ilha e de Mário Marona 

Os três "ex" juntos, outra vez


Três boas ideias para lembrar que os ex-governadores e parceiros (e hoje inimigos) Garotinho, Rosinha e Cabral se juntaram outra vez.

Na cadeia.

Extra (Rio de Janeiro, RJ) tem a foto do tempo em que jogavam no mesmo time. O Globo (Rio de Janeiro, RJ) usa uma charge. Enquanto o Metro (Rio de Janeiro, RJ) é quase um pôster de cinema.

Que dia "feliz" para se fazer uma capa!


sábado, 18 de novembro de 2017

O limite entre editorial e comercial


Alto lá!

É verdade que a divisão Igreja-Estado é coisa do passado na imprensa. Editorial deve colaborar com comercial, afinal sem dinheiro não há empresa que se sustente.

Só que há limites.

Zero Hora (Porto Alegre, RS) parece não entender até onde é possível ter uma convivência pacífica. O anúncio da capa de hoje extrapolou o bom senso. Se transformou na principal aposta de capa.

E só na última linha, em corpo pequeno, aparece a informação: conteúdo publicitário. Discreto. Quase sumido.

Das duas uma: ou o valor pago pelo anunciante foi absurdamente alto e serviu para equilibrar as contas - que não fechavam, ou a Redação perdeu o controle sobre o conteúdo editorial.

Uma manchete mal construída


Não basta ter a informação, é preciso saber apresentá-la.

O Jornal da Cidade (Bauru, SP), que ainda acredita que a capa é um shopping center - com inúmeras ofertas que ninguém vê - tinha uma boa informação, mas pecou na elaboração da manchete. E se deu mal.

Parece uma notícia: um motorista estressado se desconcentrou e atrapalhou o trânsito.

Só que não.

É resultado de pesquisa. Mal utilizada. Mais um dos equívocos constantes do Jornal da Cidade.

A imagem como aposta


O jornal A Notícia (Joinville, SC) tem uma aposta clara para o fim de semana: a ameaça de destruição do meio ambiente.

Por isso vale a manipulação da imagem, tudo em preto e branco e apenas o pássaro a cores.

Funcionou.

O dia seguinte do Extra


Um jornal precisa saber como trabalhar o dia seguinte de uma grande aposta.

Hoje o Extra (Rio de Janeiro, RJ) mandou bem.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Extra quase bom


A ideia do Extra (Rio de Janeiro, RJ) é ótima: os deputados que decidem hoje se amolecem para seus parceiros ou se confirmam o que diz a justiça.

Nome, foto e partido.

Faltou algo para funcionar bem: o contato de cada um. Telefone e e-mail. É a maneira de pressionar cada deputado.

Mas a capa, de qualquer maneira, é impactante.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Faltou pensar que estamos em 2017


Editorialmente, palmas para o Estado de Minas (Belo Horizonte, MG), que traz um furaço na edição de hoje.

Mas se uma empresa de comunicação ainda se considera "um jornal e pouco mais", seu futuro é incerto.

Como?

Sim. Basta navegar pela página do EM para decepcionar-se por completo, pela incapacidade do jornal em entender que quem só se planeja para o papel está fora do jogo. Não há nenhum complemento digital para a matéria. Absolutamente nada. É a repetição do papel.

Não faz sentido, em 2017, pensar em uma grande matéria apenas para o papel - e iludir-se que vai vender mais cópias nas bancas.

Gol contra. Oportunidade perdida.

É preciso ir além da notícia


Aécio Neves usou seu poder e tirou Tasso Jereissati da presidência do PSDB. Ontem. E todo o Brasil já sabe disso.

A missão dos jornais é ir mais além, explicar, repercutir. Ou ficará obsoleto e não valera cada real cobrado por um exemplar.

Tasso é cearense. Por isso é mais do que óbvio que os jornais do Ceará precisam tratar do tema com a cor local.

O Povo (Fortaleza, CE) fez isso, trouxe a informação repercutida pelo senador destituído.

Diário do Nordeste (Fortaleza, CE) considerou-se um jornalão e apenas re-noticiou o que o Ceará já sabia. Isso não vale R$ 3.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

O risco de querer publicar tudo


Jornalismo é, cada vez mais, edição. Escolha. Aposta.

Hoje faltou esse conceito básico nas capas dos jornais da Capital Federal.

Correio Braziliense (Brasília, DF) tinha ótimas fotos para abrir, mas preferiu apostar em quatro imagens. Quem aposta em quatro, não aposta em nenhuma.

Metro (Brasília, DF) conseguiu decidir por uma (aliás, a do CB é melhor, pela presença da pessoa na passarela). Mas aí resolveu aplicar o texto na foto e se deu mal. E, para piorar, jogou mais três fotos à direita, que só causam ruído - ainda mais em um tabloide.

Enfim, na ânsia de dar tudo os diários de Brasília se quebraram.

Imprecisão e falta de relevância local


A Folha de Londrina (Londrina, PR) é um dos mais conceituados jornais de uma cidade do Interior no Brasil. Sério, de olho nos temas da comunidade e comprometido, mesmo assim às vezes pisa na bola.

Hoje, por exemplo.

A manchete é um release nacional. Por que não trazer o tema para o local? Quantos veículos são roubados por dia na cidade?

Na linha fina a primeira informação regional: 59 mil ocorrências no período no Paraná. E o que significa isso? (Mídia Mundo ajuda, são 80 por dia, 3 por hora, um a cada 20 minutos).

E depois: diz que foram 90 por dia no Paraná em 2016. Opa, se isso é verdade, significa que foram 70 por dia no Estado em 2015 (para fechar a média em 80).

E essa seria a grande manchete: roubo de carros aumenta 30% no Paraná.

Perdeu-se uma oportunidade.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Jogo dos 5 erros


A capa de O Estado (Campo Grande, MS) é um autêntico jogo de descoberta de equívocos.

1. A manchete fala da "terceira maior redução". O que significa isso? Parece bom, certo? Mas basta ler a linha fina, abaixo, para descobrir que o índice de mortes segue acima da média nacional. Parece título de release do governo do Estado.

2. A foto chama mais atenção pelo fogo do que pelo acidente. Quando foi? Ontem? Ou é de arquivo (no crédito de foto não há qualquer explicação, nem há legenda).

3. Para que serve a foto em uma coluna de um edifício, na margem direita da capa? Para ilustrar a chamada de construção de novas habitações. E precisa? Não seria melhor uma nova chamada, uma vez que não há qualquer informação nessa pequena e desnecessária foto?

4. A chamada com destaque, na parte baixa da capa, informa que a contratação de temporários depende da demanda. Ora, alguma novidade nisso? Se são temporários vão depender do quê? Da demanda, é lógico. É a necessidade que faz com que se contrate mais ou menos funcionários no comércio e na indústria.

5. O que informa a foto da segunda metade da capa? Absolutamente nada. Chama-se ocupação de espaço. É preciso colocar uma foto, publique-se qualquer uma. Zero informação.

Campo Grande merece algo melhor. 

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Capa que não precisa manchete


Cada vez mais as revistas estão conseguindo traduzir em imagens o que querem dizer.

Agora é a Der Spiegel (Hamburgo, Alemanha) que marca a agenda quase sem palavras.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Uma boa ideia vale uma capa


Quanto custa o novo iPhone?

O melhor não é responder em reais, mas comparar ao poder aquisitivo dos brasileiros.

Acertou em cheio O Tempo (Belo Horizonte, MG). Faltou utilizar o grafismo para explicar melhor a boa ideia. Mas valeu.

* Do FaceBook do atento Frank Martins

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Para quem ainda não viu


O trocadilho do The Economist (Londres, UK), edição da semana passada, é sensacional.

Que capa!

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

O dia em que o editor prefere ficar dormindo


Sim, aconteceu ontem.

O jornal La Voz de Galicia - Edição Arousa (Arousa, Espanha) cometeu essa capa.

A manchete fala da intervenção do governo espanhol na Catalunha.

A foto é imagem de uma ação para promover um evento na cidade de Villagarcía.

Incrível, mas verdadeiro.

domingo, 29 de outubro de 2017

Hora de recordar as vítimas


Quatro semanas depois do massacre de Las Vegas, que matou 58 pessoas durante um show, alguns jornais voltam ao local da tragédia para contar histórias.

The New York Times (Nova York, NY) fala das vítimas vivas, que sobreviveram ao delirante atirador. Las Vegas Review-Journal (Las Vegas, NV) revisita um californiano que perdeu a mulher naquela noite.

Boas histórias de domingo.

Alguns clientes recentes do Mídia Mundo


Mídia Mundo está com agenda cheia.

Só nas últimas semanas, Portugal, Argentina, Colômbia, Estados Unidos e, claro, Brasil.

Abaixo algumas das empresas de comunicação ou associações de diários que optaram pelas ideias de Mídia Mundo. Seja como consultoria, como treinamento ou como palestra.

* Alguns trabalhos em parceria com outra consultoria















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