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quarta-feira, 6 de maio de 2015

Boa solução de capa


A Gazeta do Povo (Curitiba, PR) hoje trabalhou bem a concepção de capa.

Três banners sobre uma foto que já conta uma história.

Em princípio é uma política ruim "invadir" fotos com textos. Mas da maneira como foi feito a aplicação só valorizou o pedaço de imagem que ficou "limpa".


Jornal precisa desconfiar


Desde que o mundo é mundo, o empresariado usa o lobby da imprensa para faturar um pouco mais. Sem qualquer embasamento, dirigentes lojistas arriscam palpites de crescimento de vendas. Desconfiar é missão de todo bom jornalista.

Por isso é muito estranho o Jornal VS (São Leopoldo, RS), em pleno 2015, dar manchete para uma expectativa otimista do CDL. Tipo de informação sem nenhuma lógica, puro achismo.

Pobre leitor, que acredita em seu jornal - e ao mesmo tempo, de carteira vazia, se sente incapaz de colaborar.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Contra a mesmice da maioria


Uma rápida análise dos jornais brasileiros hoje revela a falta de imaginação típica de uma segunda-feira. Pior, ainda traz uma generosa dose de jornalismo-clichê.

É campeão! É bi! É Penta!

Ou seja, exatamente aquilo que o mundo - e em particular o leitor - já sabe.

Por isso vale destacar A Cidade (Ribeirão Preto, SP) que vai mais além do rebaixamento do Comercial à Série A3. Tristeza. Só isso. É o sentimento, aquilo que aparece depois do fato (o rebaixamento).

É incrível como em 2015 a esmagadora maioria dos jornais ainda conta aquilo que todos já sabem. E ainda querem cobrar por um exemplar de notícias velhas e conhecidas.

Simplesmente não faz sentido.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Sem palavras


Uma capa absolutamente fantástica.

A revista Time (Nova York, NY) acertou em cheio.

PS: dica do atento Adriano

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Foto oficial e de qualidade


Por que as fotos oficiais, das assessorias de imprensa, precisam ser ruins?

A imagem da secretaria de comunicação do Governo da Bahia, na capa de A Tarde (Salvador, BA), é ótima. O trabalho de Manu Dias revela exatamente as áreas de risco nas encostas de Salvador.

Semana passada foi a PM que deu a melhor imagem do tornado de Xanxerê.

Dias de boas fotos oficiais em tragédias naturais.

terça-feira, 28 de abril de 2015

A armadilha dos números


Em uma grande tragédia a última coisa que um jornal deve fazer é arriscar número de vítimas. A chance de errar é enorme. Só o tempo entre o fechamento da edição e a manhã seguinte, quando começa a circular, já é suficiente para derrubar as apostas.

Correio* (Salvador, BA) fala em 11 mortos. A Tarde (Salvador, BA) arrisca 12. No site do Estadão (SP) o número chega a 14. Para o portal R7 (SP) as vítimas são 15 até a manhã de hoje.

Nessa matemática de equívocos, só quem perde é o leitor.

sábado, 25 de abril de 2015

Sutil - e fundamental - diferença


As fotos de capa do Frankfurter Allgemeine (Frankfurt, Alemanha) e do International New York Times (Londres, UK) são, aparentemente, iguais.

Mas os soldados desfilando ao fundo na imagem do jornal alemão faz toda a diferença entre uma foto estática e uma foto em movimento.

Muitas vezes um pequeno detalhe muda completamente a cena.

Alemanha 1 a 0.