As 100 mil mortes por Covid-19 no Reino Unido rendeu capas tristes, que fazem pensar. Como os rostos, em preto e branco, de algumas vítimas no The Times (Londres, UK). Ou a cores, no i (Londres, UK).
quarta-feira, 27 de janeiro de 2021
Rostos e decepção nas 100 mil mortes por Covid do Reino Unido
As 100 mil mortes por Covid-19 no Reino Unido rendeu capas tristes, que fazem pensar. Como os rostos, em preto e branco, de algumas vítimas no The Times (Londres, UK). Ou a cores, no i (Londres, UK).
sexta-feira, 22 de janeiro de 2021
O brilho das revistas
The Economist (Londres, UK) e Time Magazine (Nova York, NY).
quinta-feira, 21 de janeiro de 2021
Jornais que não servem para nada
Chega a ser ridículo, não fosse triste e patético.
Os principais jornais impressos de Porto Alegre estão morrendo por culpa pura e simples de seus jornalistas, que não sabem desengatar o piloto-automático.
O planejamento, ontem, seguiu os padrões sempre estabelecidos: há jogos das duas equipes da cidade, é preciso dar espaços iguais às duas partidas na capa. Isso funciona (sem emoções) em 99% dos casos. Mas há aquele 1% que subverte a lógica.
E ontem foi um desses casos.
O Grêmio, em um jogo morno, apenas empatou em 1 a 1 com o Atlético-MG, resultado que o deixou na mesma situação de antes: longe do título.
Já o Internacional, então segundo colocado, goleou por 5 a 1 o então líder São Paulo, fora de casa, e assumiu a liderança. Qualquer um desses fatos já valeria destaque: o baile, a goleada e a liderança.
Mas os jornalistas sem ousadia, que estão matando o jornalismo impresso, preferiram cumprir o planejado. O resultado são capas surreais em Zero Hora (Porto Alegre, RS), Diário Gaúcho (Porto Alegre, RS) e Correio do Povo (Porto Alegre, RS). Parece que a goleada não aconteceu!
Esse é o tipo de comportamento amorfo que afugenta leitores e decreta a morte dos impressos. Culpa de quem não entende de jornalismo. Não vibra. E se protege atrás do piloto-automático.
Lamentável.
terça-feira, 19 de janeiro de 2021
Na dúvida, faça o simples
Não é preciso ter a melhor ideia da vida todos os dias. Um jornal impresso diário se faz de informações relevantes comunicadas da forma mais eficiente possível.
A primeira página do The New York Times (Nova York, NY) de hoje faz o simples: uma tabela do número de mortos dia a dia das últimas semanas, branco no preto. Sem desenhos, ilustrações desnecessárias ou qualquer outra cosmética. É o fato e ponto.
Dessa forma é possível visualizar imediatamente o que se quer dizer.
Uma aula de simplicidade do NYT.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2021
Governador só sai na foto dos jornais paulistas

domingo, 17 de janeiro de 2021
Um show de histórias e capas
The New York Times Magazine (Nova York, NY), a revista do mais importante jornal do mundo, entende que a relação com o leitor/audiência não termina quando se publica algo - erro mais comum de 10 entre 10 publicações da América do Sul.
Matérias fantásticas, bem pensadas, elaboradas com enorme rigor e cuidado, ganham a capa do NYT Magazine. E a produção da capa é outro exercício de bom jornalismo. Tanto, que não poderia morrer ao final de cada domingo.
Por isso a revista edita reportagens gráficas, em diversos formatos, como esse vídeo no Instagram sobre as histórias por trás das capas do ano passado. Um espetáculo. Uma aula de como manter a boa relação com a audiência.
PS: Dica do super antenado designer Antonio Martín
quinta-feira, 14 de janeiro de 2021
Não é o que parece
A capa do The New York Times (Nova York, NY) revela duas informações que não estão diretamente ligadas, ainda que a conexão seja inevitável.
A manchete é sobre o futuro político do presidente Donald Trump, que teve processo de impeachment aceito pela Câmara dos Deputados e agora vai esperar o veredito do Senado Federal. Pela primeira vez na história um presidente vai pela segunda vez a julgamento.
A foto é sobre a preparação dos "Marines" para garantir a tranquilidade e segurança na posse do presidente eleito Joe Biden, prevista para a semana que vem. O momento de descanso dos soldados parece uma semana de tomada do palácio em golpe de estado.
É muito difícil fazer uma capa unindo dois temas tão próximos e fazer sentido sem vulgarizar. O NYTimes conseguiu.






















