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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Nota 10 ao quadrado


Extra (Rio de Janeiro, RJ) e Correio Braziliense (Brasília, DF) fizeram a criatividade ganhar peso máximo nas capas.

O diário carioca fez um ato de coragem, tomando partido pelos professores. O CB brinca com os "sem" e faz um jogo de rara felicidade.

Dois golaços.

Dica do colega Décio Trujilo.

A arte salvou a capa


Há muito o Brasil Econômico (SP) deixou de ser um jornal relevante. Mas a arte tem se destacado pela criatividade e ousadia.

Hoje os cortes sobre imagens de Obama salvaram a capa.

Os iguais


Até na frase complementar à manchete os jornalões Folha de S. Paulo (SP) e O Estado de S. Paulo (SP) estão iguais.

E o pior é que a solução de dar uma segunda informação no rabo da manchete é muito ruim.

Ambos embarcaram, pelo medo de deixar Serra de fora.

Pobres aposentados

Se dependerem da imprensa popular paulistana, os aposentados estão em maus lençois.

Afinal, qual é o dia em que vão receber os atrasados?

Agora (SP) e Diário de S. Paulo (SP) não se entendem.



terça-feira, 1 de outubro de 2013

E o Quico?


Cena hipoteticamente real: reunião de fechamento da Folha de Londrina (Londrina, PR).

- O que temos para a manchete? - pergunta o editor-chefe.

- Nada forte - responde algum editor.

- Pois então vamos buscar alguma informação "importante" no Nacional.

Aí a Folha comete esses delitos informativos como publicar a estimativa de crescimento do PIB.

E "o que que eu tenho a ver com isso?", perguntam os leitores apavorados.

Um dia para ser esquecido em Londrina.

Muleta agressiva


O Diário de Santa Maria (Santa Maria, RS) exagerou no tamanho da muleta. Ficou muito ruim.

O artigo "a" colocado na segunda linha de manchete, além de não ter função, é exageradamente deselegante.

É preciso ter mais carinho com a manchete.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Fonte de inspiração


Quando seu jornal tiver em dúvida sobre como fazer uma capa, basta ler a Time (Nova York, NY).

Há sempre uma boa ideia chegando.