Depois de uma participação vergonhosa no Festival de Publicidade de Cannes, no ano passado, o Brasil parece recuperar terreno.
O case Código de Barras, para o Mercado Livre, da Agência B9, de São Paulo, é absolutamente genial.
Assista!
Depois de uma participação vergonhosa no Festival de Publicidade de Cannes, no ano passado, o Brasil parece recuperar terreno.
O case Código de Barras, para o Mercado Livre, da Agência B9, de São Paulo, é absolutamente genial.
Assista!
A novidade é o "grito" de hoje na capa. Chamar uma pessoa de "antidemocrático" parece um passo a mais. Roberto Sanchez, candidato da esquerda à presidência da república, perdeu o segundo yurno para a candidata da extrema-direita Keiko Fujimori por uma diferença inferior a 50 mil votos. E não quer reconhecer a derrota.
Sanchez argumenta que 300 mil votos vindos do Exterior podem ter sido manipulados. A Justiça Eleitoral garante que os resultados são limpos. De qualquer maneira, o país sai das urnas mais dividido do que nunca.
Por isso El Comercio corre um risco gigantesco, ao ser rude com um candidato que recebeu quase a metade dos votos do país. É como abrir mão da audiência de meio Peru.
PS: sim, Keiko é filha do ex-presidente e ditador corrupto Alberto Fujimori, falecido, que fugiu para o Japão para não ser preso, mas acabou na cadeia peruana.
Messi já fez tudo. Recorde sobre recorde.
O desafio de criatividade dos impressos é transformar isso em uma boa capa.
O diário Olé (Buenos Aires, Argentina) admitiu, em discreta manchete entre parênteses: Não há mais palavras.
Genial!