Imprima essa Página Mídia Mundo: El Comercio
Mostrando postagens com marcador El Comercio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador El Comercio. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 24 de junho de 2026

O grande impresso peruano assume posição

Não é novidade que El Comercio (Lima, Peru), impresso de referência do Peru, é conservador e sempre apoiou iniciativas de direita em suas páginas.

A novidade é o "grito" de hoje na capa. Chamar uma pessoa de "antidemocrático" parece um passo a mais. Roberto Sanchez, candidato da esquerda à presidência da república, perdeu o segundo yurno para a candidata da extrema-direita Keiko Fujimori por uma diferença inferior a 50 mil votos. E não quer reconhecer a derrota.

Sanchez argumenta que 300 mil votos vindos do Exterior podem ter sido manipulados. A Justiça Eleitoral garante que os resultados são limpos. De qualquer maneira, o país sai das urnas mais dividido do que nunca.

Por isso El Comercio corre um risco gigantesco, ao ser rude com um candidato que recebeu quase a metade dos votos do país. É como abrir mão da audiência de meio Peru.

PS: sim, Keiko é filha do ex-presidente e ditador corrupto Alberto Fujimori, falecido, que fugiu para o Japão para não ser preso, mas acabou na cadeia peruana.

terça-feira, 9 de junho de 2026

Só faltou acertar a manchete

 

O mais tradicional impresso do Peru está perdido.

Domingo ocorreu o segundo turno das eleições presidenciais. Ontem foi dia de contagem de votos. A disputa está voto a voto - a diferença na hora do fechamento da edição de El Comercio (Lima, Peru) era menor que 0,1%.

Aí o jornal não quis refletir em sua capa essa certeza de um país dividido em lados iguais. E apelou para as abstenções na manchete.

Ora, as eleições já ocorreram. Quem votou, votou. Agora é preciso saber quem ganhou e como vai ser o governo no novo(a) presidente com um país tão dividido.

Errou El Comercio.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2022

Impressos comemoram saída do presidente do Peru


Durou pouco mais de um ano o governo do Presidente Pedro Castillo no Peru. Sem apoio do empresariado - e muito menos da mídia - ontem ele tentou um autogolpe. E fracassou.

As capas de hoje do Correo (Lima, Peru), El Comercio (Lima, Peru) e La República (Lima, Peru) comemoram.



 

sexta-feira, 29 de julho de 2022

Se hay presidente, soy contra

É unanimidade.

Ninguém mais aguenta o presidente do Peru, Pedro Castillo.

Ontem o chefe do executivo fez um discurso, pelo dia nacional, e ninguém entendeu nada. Ele fugiu dos temas da agenda, que provocam sua queda acentuada de popularidade.

La Republica (Lima, Peru), El Comercio (Lima, Peru) e Correo (Lima, Peru) não perdoaram.


 

domingo, 27 de novembro de 2016

Adeus, Fidel - América Latina

Na América Latina Fidel Castro é um personagem de presença garantida nas capas.


sexta-feira, 2 de maio de 2014

Um bom (re)começo


Zero Hora (Porto Alegre, RS) se renovou aos 50 anos.

Ainda é cedo para qualquer avaliação mais profunda, mas há pelo menos três boas notícias nessa mexida - e uma ruim.

O desenho mais leve favorece a leitura, com a criação de diversas entradas nos textos (os editores precisam entender que isso não é estética, é conteúdo). Verdade que a escolha das fontes não agrada chimangos e maragatos, mas é um começo; a criação de quatro macroeditorias dinamiza o fluxo de trabalho; assumir o nome ZH é uma maneira de se aproximar do leitor.

Tudo muito bem, desde que a gestão das mudanças seja correta e insistente, ou terá sido apenas um exercício de perfumaria. Jornais que adotaram esse modelo - muitos deles ajudados pela Innovation Media Consulting - hoje ganharam o jogo do crescimento em tempos difíceis. Só para citar exemplos recentes na América Latina, El Comércio (Quito, Equador), Últimas Notícias (Caracas, Venezuela) e Correio* (Salvador, BA).

Mas há vícios da velha escola "jornalão". Para que tantas páginas? Quando é que se vai separar o relevante do apenas importante? Será que os colunistas representam a opinião do que a região de atuação do diário quer saber?

De qualquer forma, o simples desejo de se renovar aos 50 anos é uma ótima notícia.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Peru x Chile também pelos jornais

A Corte de Haia, finalmente, delimitou os direitos sobre o mar que banha Chile e Peru - e era alvo de discussão há muito tempo.

Com a decisão o Peru ganhou uma área maior para a pesca, respeitando a geografia local.

Jornais peruanos como El Comercio (Lima, Peru), La Republica (Lima, Peru) e Peru 21 (Lima, Peru) comemoram.

Já os chilenos El Mercurio (Santiago, Chile) e La Tercera (Santiago, Chile) tentam encontrar alguma forma de nacionalismo onde não existe comemoração.






quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

O chefe sempre tem razão



Uma antiga piada dizia que em uma empresa havia um cartaz com três mandamentos:
1) O chefe sempre tem razão;
2) Quem decide se o chefe tem ou não razão é o chefe;
3) Em caso de dúvida, valem os itens anteriores;

A Venezuela de 2013 está bem parecida com esse cenário, com o agravante que a imprensa não desempenha sua função de fiscalizar e cobrar seriedade dos governantes.

Salvo El Nacional (Caracas, Venezuela), o jornal que sempre posicionou-se contra o Chavismo, há pouca contestação inteligente na imprensa da América Latina, que assiste calada ao primeiro golpe branco do ano.

Quem nomeou todos os membros do Tribunal Superior de Justiça da Venezuela? Sim, ele mesmo, Hugo Chávez. Mas isso não está nos jornais.

Na imprensa venezuelana é nítido o temor, provocado pelas ameaças à liberdade de imprensa. El Universal (Caracas, Venezuela) disfarça com o primeiro plano de um cuturno. Últimas Notícias (Caracas, Venezuela) fala do "trem ministerial". São formas tímidas de manifestar algum descontentamento.

Mas no resto do continente o clima na imprensa é de aceitar as notícias sem discuti-las - um grande erro.

No Granma (Havana, Cuba) até se entende, mas nada justifica o silêncio "sim, senhor" dos demais jornais. ABC Color (Assunção, Paraguai), El Comercio (Lima, Peru), O Globo (Rio de Janeiro, RJ), El Pais (Montevideu, Uruguai), El Tiempo (Bogotá, Colômbia), La Tercera (Santiago, Chile) e Los Tiempos (Cochabamba, Bolívia) estão noticiosos e tímidos demais em um dia chave para a imprensa se manifestar.

Todos dedicam a manchete à Venezuela, mas nenhum vai além do factual.

Perderam a chance.











sexta-feira, 26 de outubro de 2012

A selvageria superou o bom senso


 Os quatro jornais mais vendidos do Peru se confundem hoje. Não se entende quem é quality, quem é popular, quem é extremamente popular.

A revolta popular pelo fechamento de um mercado mexeu com o país.

Por isso, por um dia, El Comercio (Lima, Peru), jornal de referência do país, se confunde editorialmente com Peru 21 (Lima, Peru), de estratégia popular. A vítima que aparece nas fotos dos dois jornais é um policial, derrubado de seu cavalo pelos manifestantes.

La República (Lima, Peru) e Diario 16 (Lima, Peru) seguem no mesmo tema.

Ou seja, quando o fato revolta o país e toma conta das mesas das melhores famílias, não adianta escondê-lo. Não se pode brigar com a notícia. Se é o tema obrigatório do dia, que domine a capa.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Por aí - A solução fácil e rápida


Quito - A redação de El Comercio (Quito, Equador) tinha um problema, ontem: contar de maneira rápida, fácil, visual, o escândalo Cofiec (desvio de dinheiro).

Para o papel a solução foi uma infografia. Mas para a web era preciso algo mais.

Criamos então, com o auxílio do Chefe de Infografia da Innovation Media, Pablo Ramírez, uma história em quadrinhos.

Não demorou mais que duas horas. A repercussão está sendo fantástica.

PS: A Innovation está dando consultoria ao Grupo El Comercio. Inauguramos a mais moderna redação da América Latina e apoiamos no desenvolvimento editorial e empresarial do Grupo.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Llosa como obrigação

Vargas Llosa ganhou o Nobel de Literatura.
Jornais da Espanha, como El País (Madri, Espanha) deram o assunto com enorme interesse, afinal o peruano mora em Madri.
E os jornais do Peru como Peru 21 (Lima, Peru) e El Comercio (Lima, Peru) também cumpriram a obrigação.
Boas fotos, manchetes previsíveis.
Edições cumpridoras, mas nada a mais que isso.