Há momentos em que a disputa editorial-industrial deveria chegar a um ponto de equilíbrio. Os impressos dos Estados Unidos fecham cedo, como quase todos os impressos do mundo em 2026. Mas deveria existir alguma flexibilidade em dias especiais.
Ontem, os americanos foram as urnas e decretaram a maior derrota política de Donald Trump desde a falida tentativa de reeleição, em 2020. Os democratas conseguiram maioria em Câmara e Senado.
Mas os impressos não esperaram os resultados. Foram às bancas com capas geladas.
Uma rara exceção é La Opinión (Los Angeles, CA), feito para a comunidade hispânica. Fecharam um pouco mais tarde e entregaram ao leitor uma capa fantástica.
Amanhã, possivelmente, os impressos trarão o triunfo da Onda Democrata.
