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quarta-feira, 29 de maio de 2013

A foto do engarrafamento - Updated


Como transformar 50 quilômetros de tranqueira para chegar ao Porto de Santos em imagem?

Esse foi o desafio dos jornais de São Paulo hoje. Folha de S. Paulo (SP), O Estado de S. Paulo (SP), Agora (SP) e Diário do Grande ABC (Santo André, SP) e A Tribuna (Santos, SP) tentaram, fizeram boas fotos, mas ninguém chegou à imagem de "fechar o comércio".

A Folha foi quem chegou mais perto.






terça-feira, 28 de maio de 2013

Novo modelo de negócios para jornais


Está saindo do forno a edição de abril do Jornal da ANJ (Brasília, DF).

Tive o prazer de escrever um artigo sobre o novo modelo de negócios necessário para os jornais. A esmagadora maioria custa a acreditar que o mundo mudou, mas é bom que abra logo os olhos.

Há muitas ideias e uma boa dose de provocações.

A edição completa está aberta a quem quiser ler.

Edição de fotos é fundamental


A foto, sobre a guerra química na Síria, é exatamente igual. Chegou por agência.

Só que o Le Monde (Paris, França) soube valorizar a imagem. El País (Madri, Espanha) cortou o que parecia supérfluo e matou o impacto da foto.

Não basta ter a imagem: é preciso saber utilizá-la.

A outra bela e a falta de motivos


O que faz essa bonita moça de roupas íntimas na capa da Folha da Manhã (Passos, MG)?

É um jornal popular? Vive de fotos de mulheres?

Não, nada disso. A bela está em um serviço de moda que o jornal traz em suplemento.

Quando a venda é baixa pela qualidade jornalística, se tenta de tudo.

A bela e os equívocos


Poucas vezes uma capa de revista com uma musa foi tão contestada.

A foto de Gisele Bündchen na capa de Vogue Brasil (SP) de junho, invadida por traços diagonais, desagradou quem desejasse ver a musa e quem apenas queria ler as chamadas.

As cores, as diagonais e principalmente o local de aplicação irritou quem gosta de boa cultura visual, como o blog das bancas.

Enfim, melhor esperar a edição de julho.

PS: dica de Marcelo Bartholomeu, via Facebook

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Vício de linguagem deselegante


Só pode ser muleta.

Por que o Jornal do Commercio (Recife, PE) diz "Náutico derrotado pelo Grêmio em sua estreia"?

Será que foi na estreia do Santa Cruz? Do Sport?

É claro que foi na SUA estreia.

Mas como havia espaço sobrando na linha de baixo do título, o redator preencheu.

Só que encontrou uma solução deselegante, desnecessária, que só serve para tirar qualidade do título.

Ficou muito ruim.

Só que é preciso - Updated


A revista Time (Nova York, NY) escreve só o que é preciso.

Poucas páginas, o suficiente para alimentar a sede de informações de leitor por uma semana.

A Time é econômica também nas palavras.

A manchete da semana é o tempo que durou o tornado devastador de Oklahoma que as pessoas tiveram para se salvar do tornado.