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sábado, 5 de fevereiro de 2011

O sono do soldado na conexão Cairo-NY-SP

A foto de Tara Todras-Whitehill, da Associated Press, do sono despreocupado do soldado em plena guerra civil no Cairo, deu a volta ao mundo e ganhou destaque em São Paulo.
Está na capa do The New York Times (Nova York, NY), de O Estado de S. Paulo (SP) e da Folha de S. Paulo (SP).


sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Extra aperta a marcação e faz um golaço


Romário é um personagem do Rio. E também é deputado federal, eleito com 146 mil votos dos cariocas.

O Extra (Rio de Janeiro, RJ) decidiu marcar mais forte que qualquer zagueiro e acompanhou as peripécias da quinta-feira do ex-craque.

Uma capa que vai para a história.

O Popular fiscalizando as instituições


Jornais já foram chamados de quarto poder. Independentemente de definições, jornais servem também para fiscalizar as instituições, ser a voz do cidadão junto aos governos.

É exatamente isso que O Popular (Goiânia, GO) fez hoje, ao levantar o valor do investimento no aeroporto da cidade sem que o cidadão note diferença.

É uma maneira inteligente de estar perto do leitor, revoltar-se como ele.

Apagão atrapalhou jornais e valorizou sites - Segunda versão

A falta de energia elétrica no Nordeste, nesta madrugada, foi uma prova de agilidade para os jornais em papel e um teste de eficiência aos sites.
Em Pernambuco os jornais chegaram atrasados às bancas, todos sem qualquer informação sobre o apagão (alguns conseguiram atualizar aos 45 do segundo tempo). Diário de Pernambuco (Recife, PE) e Jornal do Commercio (Recife, PE), exatamente pela falta de energia, quase não conseguiram ter tempo para atualizar suas edições. O processo industrial não permitiu. Mas os sites atuaram.
No site do Jornal do Commercio a primeira notícia sobre o apagão é das 23h32min de ontem. O Diário colocou no ar à meia-noite, enquanto a Folha de Pernambuco (Recife, PE) publicou apenas à 01h38min a primeira notícia sobre o apagão, pouco antes de JC Online anunciar a volta parcial da energia.
Já no Ceará o apagão foi mais curto e permitiu aos jornais uma edição atualizada nas bancas. Quem aproveitou bem foi O Povo (Fortaleza, CE), com duas fotos do mesmo ponto da cidade, com e sem luz.

Updating: a impressão dos jornais em Recife avançou madrugada a dentro - quando voltou a energia - e os primeiros exemplares só chegaram às ruas muito depois de o sol aparecer.
As capas do Diário de Pernambuco e do Jornal do Commercio exibidas abaixo são, na verdade, de ontem. As edições de hoje têm o registro do apagão.
Thanks a Fred Figueiroa, que virou a noite trabalhando para atualizar o DP antes de chegar às bancas.


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

A sabia comparação no ABC


A informação oficial é que choveu 464 milímetros em janeiro nas sete cidades da região de atuação do Diário do Grande ABC (Santo André, SP).

Ora, parece pouco. Afinal milímetro é uma unidade que desde criança se sabe que é algo muito pequeno.

Por isso o Diário decidiu traduzir essa medida em algo mais fácil de se entender: 390 mil caixas-d'água, daquelas de 1000 litros. Ou ainda 156 piscinas olímpicas.

Opa, aí tem manchete!

Excelente trabalho de interpretação do jornal.

Exemplo de grandeza de A Tarde


O jornal A Tarde (Salvador, BA) demonstra hoje que o interesse do leitor está acima da rivalidade de empresas e das estratégias comerciais.

Começou o Festival de Verão, organizado pela Rede Bahia, dona de seu concorrente Correio*. Mais de 50 mil pessoas foram assistir aos shows do primeiro dia.

Ignorar o fato? Claro que não. Lá está a foto de Maria Gadu bem no alto da capa de A Tarde.

Não importa se é uma promoção do concorrente. É bom para o leitor.

Pena que mais da metade dos jornais brasileiros não pensam assim e ignoram solenemente promoções dos concorrente, para desespero e desinformação do leitor.

O Diário SP surpreende de novo


Já virou rotina: o Diário de S. Paulo (SP) inventa maneiras criativas de comunicar ao leitor o que os outros jornais paulistanos não enxergam.

Para mostrar que de cada 100 motoristas que tiveram a carta cassada apenas um está realmente fora das ruas, a maneira foi desenhar 100 carrinhos vermelhos. E destacar um em verde.

Dessa forma, na comparação com o todo, o leitor consegue entender em um piscar de olhos o tamanho do absurdo que é o não cumprimento das regras.

Show, don't tell.