Ela está na capa do The Times (Londres, UK), do The Daily Telegraph (Londres, UK) e do The Guardian (Londres, UK). Apareceu ontem nas cerimônias fúnebres das vítimas do atentado de Cumbria, semana passada. Ninguém sabe quem ela é. Nem seu nome. Mas nada disso impede que sua foto saia na capa dos três maiores jornais do país.
No ritmo dos jornais a vida está em constante deadline. Só que o bom jornal não vive apenas de fechamentos.
Ideias. Sem elas não há saída.
A concorrência das mídias digitais desenha um novo cenário para os jornais. Um novo momento requer um novo modelo editorial - e, claro, um novo plano de negócios.
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