quarta-feira, 10 de maio de 2023
As várias despedidas a Rita
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022
Jornais que desrespeitam o leitor
sexta-feira, 30 de abril de 2021
400 mil formas de demonstrar tristeza
quarta-feira, 31 de março de 2021
Outro tradicional impresso deixa de circular
Quase um ano depois do concorrente, o Jornal do Commércio (Recife, PE) encerrou também sua edição impressa,
A nota do presidente do grupo, publicada na capa de hoje - última edição - ainda tenta atribuir a responsabilidade, como sempre, a fatores externos. Pandemia, crise, etc. Em nenhum momento a empresa assume seus erros.
O maior erro é sempre da gestão da empresa, que tem dificuldades em enxergar a mudança do modelo de negócios - e consequente obrigação de alterar os produtos. Recomendo a leitura desse texto que saiu no Meio & Mensagem (SP) há menos de um mês, quando fechou o Diário do Nordeste (Fortaleza, CE).
Os erros são muito parecidos.
Foram mais de 100 anos do JC. Agora apagaram-se as luzes.
terça-feira, 9 de março de 2021
Ninguém paga por leite vencido









quinta-feira, 10 de dezembro de 2020
Clarice, 100 anos
terça-feira, 22 de setembro de 2020
Comparando três capas de uma mesma cidade



Vale a pena olhar com atenção as capas dos três jornais pernambucanos hoje (ainda que nem todos estejam circulando como impresso - e sim como PDF).
Diário de Pernambuco (Recife, PE), Folha de Pernambuco (Recife, PE) e Jornal do Commércio (Recife, PE) têm a mesma manchete e o mesmo assunto na foto principal.
O JC consegue, pelo menos, levantar um "contraditório" na linha fina. Os demais nem isso avançam, optam pela notícia pura e dura.
Já na imagem, o DP chegou mais tarde e mesmo assim ficou com a foto mais interessante: só os pés, sem o corpo da estátua caído. Mas a água do rio ao fundo. FP e JC foram pelo habitual, o fato.
sexta-feira, 20 de dezembro de 2019
domingo, 13 de outubro de 2019
A lenta agonia de A Tarde

O jornal A Tarde (Salvador, BA) está morrendo.
Depois da crise econômica, da queda de circulação, dos desacertos empresariais, agora o editorial do histórico diário baiano está dando sinais de cansaço. Pelo jeito não há mais como reverter o quadro. Chegar vivo ao final do ano terá sido um feito louvável.
A canonização de Irmã Dulce é destaque sem margens para dúvidas em vários jornais brasileiros hoje, como o Estado de Minas (Belo Horizonte, MG) e Jornal do Commércio (Recife, PE). Mas em A Tarde a manchete é outra. Irmã Dulce ocupa apenas o terço superior.
A nova santa é mineira? Pernambucana? Não, Irmã Dulce nasceu, viveu e morreu em Salvador, onde, aliás, está seu santuário. Mas A Tarde distribui a atenção com vários outros temas. Para o jornal soteropolitano, parece normal o que ocorria no Vaticano. O diário assume sua irrelevância e não oferece meios para recuperar o espaço perdido.
Triste fim para um marco no jornalismo brasileiro. Seus dias estão contados.
sábado, 6 de julho de 2019
Criatividade é a palavra-chave
É muito chato ler tudo o que deputados escrevem. Principalmente para a reforma da previdência.
Por isso a missão dos meios de comunicação é traduzir para que todos entendam o "milagre" que poderá render quase R$ 1 trilhão.
O Jornal do Commercio (Recife, PE) inventou uma narrativa super inovadora. Um jogo. Passo a passo. E publicou na capa.
Bingo!














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