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quarta-feira, 28 de julho de 2021

A comunicação estatal com uso ideológico


Mídia Mundo não tem o menor interesse em discutir política em seus espaços, mas preza pelo uso correto de canais estatais de comunicação.

Não é o que ocorre com o Twitter da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República).

Para comemorar o Dia do Agricultor, a Secom acaba de postar uma foto de um jagunço, um capanga armado. Não é foto de trabalhadores no campo, de produção ou de grãos. É de um homem armado, que "cuida" do terreno. Um segurança, em outras palavras. Que ameaça bandidos... e o próprio agricultor - no dia do agricultor.

Não, Secom. Não é para isso que serve esse canal.

Erro histórico que deixa escancarado o uso ideológico dos canais de comunicação de governo - que deveriam ser de Estado.

Os agricultores do país estão com vergonha de tamanho mau gosto.


PS: colaboração de meu atento filho Gustavo

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Redes sociais dão sinais de decência


Facebook e Twitter resolveram limitar o compartilhamento de uma história com toda a cara de "fake". Ou seja, em tempo real duas das maiores redes sociais do planeta tomaram uma ousada decisão para impedir que uma potencial mentira vire verdade a poucos dias das eleições americanas.

O jornal New York Post (Nova York, NY), alinhado com a candidatura Trump e com a rede Fox News, publica hoje uma suposta "bomba": as relações do filho do candidato de oposição Joe Bines, Hunter Biden, com uma companhia energética ucraniana - acusada de corrupção.

A matéria, jornalisticamente, está mal construída: faltam fontes, sobram especulações. Na dúvida, as redes conseguiram limitar o alcance de seu conteúdo.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

As relações online x offline


O Correio Braziliense (Brasília, DF) ensina como aceitar as mídias digitais e tirar proveito disso.

O movimento #AbaixoAMordomia, pelo fim dos salários extras na Câmara dos Deputados, se consolidou no Twitter.

Não há nenhum problema em trazê-lo agora para o papel. Um jornal deve defender os direitos do leitor, independentemente da mídia em que está.

O CB apoia a campanha e acertou em cheio ao dar de manchete a hashtag que "bombou" nas redes sociais ontem.

As mídias são complementares, jamais concorrentes.

terça-feira, 13 de março de 2012

Jornalismo é dizer mais com menos palavras

Bons jornalistas são craques no Twitter. O poder de síntese é a raiz de um bom lead e de um ótimo título.

Mas nem todos conseguem escapar da burocracia imperativa e acertar nas manchetes. O Diário do Grande ABC (Santo André, SP), por exemplo.

Para que "Em depoimento" na manchete de hoje?

Essa é a diferença entre o jornalismo contemporâneo e quem ainda segue a cartilha dos anos 50.

Só que o leitor evoluiu.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

NYTimes vai acabar com a editoria de redes socais


Agora é oficial: a partir do início de 2011 o The New York Times (Nova York, NY) vai fechar a posição de editor de redes sociais.
Há um ano e meio a jornalista Jennifer Preston assumiu a função, para reverberar os conteúdos do NYTimes por Twitter, Facebook e onde estiverem as audiências. Era também uma maneira de entender as tribos e estar sempre atual.
Mas a direção do jornal decidiu acabar com a experiência.
"Interagir com as redes sociais não pode ser trabalho de uma única pessoa", ensina Jennifer, "deve ser trabalho de todos os jornalistas".
Uma lição para os jornais brasileiros.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

A mídia social é apenas uma moda?

O Orkut foi apenas o começo, no Brasil.
Acostume-se a falar de Twitter, iPod e MySpace.
Se o Facebook fosse um país, teria mais habitantes que o Brasil.
Veja o vídeo e tire suas conclusões.

Dica de Saulo Ribas.



terça-feira, 14 de julho de 2009

O multimídia Mano Menezes


Mano Menezes não é jornalista.
Formou-se em Educação Física, mas é treinador de futebol.
Do Corinthians.
Mano está chegando ao incrível número de 500 mil seguidores no Twitter. Sim, meio milhão!
Curioso é que ontem à noite, em entrevista ao Roda Viva (TV Cultura), Mano admitiu que não é ele quem escreve os posts, mas sua filha Camila, ela sim jornalista.
E já há seguidores reclamando...
Deixe estar.
Belo exemplo, Mano. Uma forma inteligente de usar o Twitter.