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domingo, 25 de setembro de 2011

Escândalo no Maranhão


A entrevista "exclusiva" da governadora Roseana Sarney ao jornal O Estado do Maranhão (São Luís, MA) é um dos maiores absurdos do jornalismo brasileiro neste ano.

Uma campanha eleitoral de baixíssimo nível, mal disfarçada, onde todas as perguntas são de bolas milimetricamente levantadas para que Roseana corte e feche o set.

Para quem ainda não sabe, Roseana, além de governadora, é acionista do jornal.

Personagens devem ser acompanhados


O Brasil inteiro se surpreendeu nessa semana com a história do assassinato forjado no interior da Bahia. A foto, regada a ketchup, conquistou o mundo.

A ex-defunta Erenildes virou personagem. E o Correio* (Salvador, BA) soube valorizar o tema. Até batizou-a de Mulher Ketchup.

Pois a Mulher Ketchup já ganhou - acertadamente - 4 capas do Correio*.

Se o personagem ganha a simpatia do leitor, é fundamental acompanhá-lo sempre.

sábado, 24 de setembro de 2011

A invasão chapa-branca

Está virando caso de Polícia.
A importância que os jornais de Mogi das Cruzes O Diário e Mogi News dão para as autoridades (Governador do Estado e Prefeito Municipal) já beira o ridículo.
O MN ainda deu um jeito de colocar junto uma imagem de um de seus acionistas.
Um escândalo!


A mania que não devia existir


Existe uma mania entre editores de arte - de pouca intimidade com cultura visual - de cortar fotos.

De repente some todo o ambiente em que um personagem se coloca.

A Folha da Região (Araçatuba, SP) fez uma modelo "levitar" ao retirar a ambientação da foto. Um horror. Mais que isso, um desrespeito ao trabalho do fotógrafo.

Ficou muito feio.

Queijo será despejado


Sensacional a pegada do Correio Braziliense (Brasília, DF) no caso do ocupante irregular do apartamento funcional.

Ontem levantou o problema.

Hoje acompanha.

Se o jornal esquecer, o imóvel seguirá como depósito de queijo.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Jornais sem criatividade não têm futuro


A tragédia do menino de 10 anos que atirou na professora e se suicidou comoveu o Brasil. Foi tema de telejornais e internet durante o dia inteiro.
O que fazer para sair bem no dia seguinte?
O Diário do Grande ABC (Santo André, SP) foi no convencional e apostou em várias fotos. A atenção do leitor se perde em tanta informação perdida.
O Diário de S. Paulo (SP) segue a mesma linha, mas ainda é mais conservador quando conta na manchete exatamente o que aconteceu. Isso é jornalismo anos 60. O fundo amarelo é outro elemento que só serve para desprestigiar a informação.
Já o Bom Dia ABCD (Santo André, SP) optou pelo simples - e saiu-se bem melhor. Não é preciso dizer mais nada sobre a dura realidade dos fatos de São Caetano do Sul. Bastam as 5 linhas do jornal.

O dever social de um jornal


O Correio Braziliense (Brasília, DF) cumpre um papel muito importante na Capital Federal: fiscalizar as instituições.

O escândalo de um "inquilino" que até hoje ocupa um apartamento funcional é um abuso.

Se o jornal não ficar cobrando do governo o despejo, o "esperto" continuará deixando seus queijos no apartamento.