Quando a canadense Anita Kunz tem uma ideia, melhor sair de perto: vem uma obra-prima.
É assim a capa da revista The New Yorker (Nova York, NY), que chaga hoje às bancas.
Mona Lisa não quer ser mais fotografada. Genial!
É assim a capa da revista The New Yorker (Nova York, NY), que chaga hoje às bancas.
Mona Lisa não quer ser mais fotografada. Genial!
O diário digital do Nordeste quis montar uma manchete destacando linhas, chamando a atenção a detalhes. OK, faz sentido. O que não faz qualquer sentido é que a parte escolhida para o destaque diga "crédito terão mais". Ou seja, não diga absolutamente nada.
Não é porque a linha está no meio que deverá estar em negro e em caixa alta. Isso deveria vir para destacar as informações que chamem a atenção. Não foi o caso.
Capa deve ser feita com carinho. É a principal informação de um jornal. E a manchete é o segredo da capa. Quando a Folha comete essa primeira página a mensagem que fica ao leitor é "nem perca tempo lendo o resto".
Ficou ruim.



A revista IstoÉ (SP) mostra para quem quiser ver que as plataformas de distribuição de conteúdo são complementares. Não vivem mundos diferentes, muito antes pelo contrário: o foco está na audiência, nas pessoas, não importa por qual plataforma ela esteja buscando conteúdo.
Nessa semana um QRCode ajuda leitores do impresso a acessarem a Carta em Defesa da Democracia. Basta posicionar o celular e navegar pela Carta, chegando ao local de assiná-la.
Boa sacada da revista - agora sob a direção de arte da competente Renata Maneschy.