
O Rio de Janeiro chorou ontem as mortes de 7 passageiros de um ônibus urbano. Uma tragédia, ocorrida no início da tarde, vivida minuto a minuto por rádio, TV e mídias digitais.
Qual a informação desnecessária, fora no contexto, no dia seguinte? Aquela que O Globo (Rio de Janeiro, RJ) escolheu. A notícia commodity, que todos já sabem. Mas como o jornal carioca vende quase 90% de sua circulação para assinantes, desdenha inovações e prefere seguir na zona de conforto.
Só que um jornal lançado há 15 anos pela mesma Infoglobo está dia após dia conquistando leitores que já foram de O Globo. O Extra (Rio de Janeiro, RJ) avança - e muito - na cobertura do acidente. A documentação do ônibus estava vencida. Está na capa, para todos verem - inclusive os primos de O Globo.
Extra, que vende nas bancas 6 exemplares para cada cópia de O Globo, está praticando o jornalismo útil e moderno, enquanto vê o líder marcar passo.








