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quarta-feira, 14 de março de 2018

A imprecisão vai matar os jornais


Uma boa parcela de responsabilidade pela queda na circulação e no faturamento dos jornais pelo Brasil é dos próprios jornalistas. Talvez cumprindo ordens dos acionistas, chefes de redações reduzem as equipes e puxam para baixo a qualidade dos jornais.

Muitas vezes as edições saem às ruas de maneira enigmática, imprecisa: seria preciso entregar um manual para que o leitor entenda o que se quis dizer.

A manchete do Pioneiro (Caxias do Sul, RS) é um desses casos. Tudo é ruim nessa oração.

Estimativa de quem?

Crescer o quê?

8% é muito ou pouco?

Não é preciso buscar inimigos das edições de papel no ambiente, no mercado ou nas ruas. Muitas vezes o inimigo está dentro da Redação.

quinta-feira, 8 de março de 2018

Uma boa capa não exige legenda


A ilustração da capa do Le Monde Diplomatique-Brasil (SP) é genial.

Não é preciso explicar. Só olhar cada um de seus detalhes.

domingo, 4 de março de 2018

Imagens do novo jornalismo


Nada menos que três importantes jornais do planeta utilizaram imagens complexas, não convencionais, como aposta principal de capa neste domingo.

Frankfurter Allgemeine (Frankfurt, Alemanha), The New York Times (Nova York, NY) e Sunday Morning Post (Beijing, China) optam por fotos trabalhadas, não essencialmente jornalísticas, para ocupar o espaço nobre do domingo.

Definitivamente, o jornalismo mudou. E quem insiste com a velha maneira vai se dar mal.


segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

O JB voltou


Ele voltou.

E rapidamente esgotou-se nas bancas do Rio.

O Jornal do Brasil (Rio de Janeiro, RJ) quer voltar a fazer história.

Vai ser difícil. Mas, quem sabe?

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Jornal precisa ser crítico


O Meia Hora (Rio de Janeiro, RJ) acertou na mosca ao falar sobre a intervenção federal no Estado.

É preciso ser crítico, posicionar-se, questionar as autoridades. Se fosse fácil, os jornais seriam desnecessários.

A questão do Meia Hora é fundamental.

Ponto para o popular carioca.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Leia e plante


Que grande ideia!

Um jornal que, depois de lido, pode ser plantado. É o que o The Mainichi - ou Mainichi Shimbun (Osaka, Japão) lançou.

No papel reciclado, sementes. Na tinta, fertilizantes.

Absolutamente genial, em tempos que preocupar-se com o meio ambiente não faz mal a ninguém.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Uma aula de jornalismo de dados e storytelling


Para quem ainda não viu o fantástico A Guerra do Brasil, vídeo de animação produzido por O Globo (Rio de Janeiro, RJ), é sempre hora de conferir.

Trata-se do melhor exemplo brasileiro de como transformar uma informação em algo muito mais além. Pesquisa, busca de dados, checagem, comparação. E a linda animação, na voz inconfundível de Lázaro Ramos.

Sensacional.