Imprima essa Página Mídia Mundo

terça-feira, 3 de abril de 2018

Alô, alô, Gramado


Não custa repetir: um jornal que circula terça-feira não pode, em nenhuma hipótese, sair com foto principal obtida no fim de semana.

O problema relatado hoje pelo Jornal de Gramado (Gramado, RS) resolveu-se domingo, quando os turistas se foram. Quando há interesse editorial em denunciar o tema, em busca de soluções, que não se fale em "feriadão". Basta tratar o caos de trânsito como algo crônico, que se repete a cada vez que a cidade é invadida por turistas.

Mas aí a pegada é outra, com análises e proposta de soluções.

R.I.P., Winnie


Quando um símbolo da resistência morre, não há porque brigar com a notícia.

Descanse em paz, Winnie. É o que deseja o povo da África, do Reino Unido e do mundo. Alguns com esmero gráfico, outros não.

The Citizen (Joanesburgo, África do Sul), The Star (Gauteng, África do Sul), Cape Times (Cidade do Cabo, África do Sul), The Mercury (Durban, África do Sul), The Guardian (Londres, UK), The Herald (Glasgow, UK) e Business Day (Joanesburgo, África do Sul)






terça-feira, 20 de março de 2018

Deu no The Washington Post


O assassinato de Marielle Franco - e tudo o que esse ato representa - está na capa do The Washington Post (Washington, DC).

Assunto principal.

A notícia sobre a barbárie ultrapassou fronteiras e chegou ao jornal que denunciou o Watergate.

A reportagem completa está aqui.

sexta-feira, 16 de março de 2018

Bom jornalismo também é uma pitada de sorte


O Jornal do Brasil (Rio de Janeiro, RJ), que voltou às bancas há poucos dias, mostrou que para se fazer bom jornalismo, às vezes, é preciso contar com a ajuda do imponderável.

A vereadora Marielle Franco, assassinada na noite de quarta-feira no Rio, havia deixado um artigo escrito para ser publicado no JB. Isso poucas horas antes de levar balas de fuzil na cabeça.

O documento histórico é a capa do Jornal do Brasil de hoje.

quarta-feira, 14 de março de 2018

A imprecisão vai matar os jornais


Uma boa parcela de responsabilidade pela queda na circulação e no faturamento dos jornais pelo Brasil é dos próprios jornalistas. Talvez cumprindo ordens dos acionistas, chefes de redações reduzem as equipes e puxam para baixo a qualidade dos jornais.

Muitas vezes as edições saem às ruas de maneira enigmática, imprecisa: seria preciso entregar um manual para que o leitor entenda o que se quis dizer.

A manchete do Pioneiro (Caxias do Sul, RS) é um desses casos. Tudo é ruim nessa oração.

Estimativa de quem?

Crescer o quê?

8% é muito ou pouco?

Não é preciso buscar inimigos das edições de papel no ambiente, no mercado ou nas ruas. Muitas vezes o inimigo está dentro da Redação.

quinta-feira, 8 de março de 2018

Uma boa capa não exige legenda


A ilustração da capa do Le Monde Diplomatique-Brasil (SP) é genial.

Não é preciso explicar. Só olhar cada um de seus detalhes.

domingo, 4 de março de 2018

Imagens do novo jornalismo


Nada menos que três importantes jornais do planeta utilizaram imagens complexas, não convencionais, como aposta principal de capa neste domingo.

Frankfurter Allgemeine (Frankfurt, Alemanha), The New York Times (Nova York, NY) e Sunday Morning Post (Beijing, China) optam por fotos trabalhadas, não essencialmente jornalísticas, para ocupar o espaço nobre do domingo.

Definitivamente, o jornalismo mudou. E quem insiste com a velha maneira vai se dar mal.