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terça-feira, 31 de março de 2026

Circulação de impressos em queda livre também nos EUA

 
Se alguém ainda acredita na retomada dos impressos, melhor pensar em outra estratégia. A repetição de fórmulas prontas, acreditando na relevância da marca, é um fracasso.

Se no Brasil os números assustam (ninguém vende mais de 50 mil exemplares/dia, apesar de anunciarem outra realidade), nos Estados Unidos a esperança acabou. E as estatísticas explicam a realidade.

O impresso mais vendido do país é The Wall Street Journal (Nova York, NY), com 412.000 em 30 de setembro de 2025. Possivelmente já está abaixo dos 400 mil/dia. 12,9% de queda em 12 meses. The New York Times (Nova York, NY) caiu 8,6% no mesmo período e hoje vende 228.800 por dia. O levantamento do Alliance for Audited Media leva-se em conta também quem assina o PDF via internet também. Há quem tenha caído mais de 20% em um ano, como The Washington Post (Washington, DC).

Enfim, o comportamento da audiência mudou. Quem segue preocupado com o papel são os fabricantes de celulosa. Meios de comunicação sérios entenderem que o importante é não perder a conexão com a audiência. Seja por digital, por imagens ou por sinais de fumaça.


Fonte: Press Gazette

quarta-feira, 19 de novembro de 2025

O jornalismo gráfico inteligente do WPost

 

A velha máxima do jornalismo gráfico é "Show, don't tell".

Foi exatamente isso que The Washington Post (Washington, DC) fez nesse gráfico simples e sensacional, comparando o novo pacote salarial de Elon Musk, na Tesla, com o que recebem os professores de escolas públicas no Estados Unidos.

Cada bonequinho do gráfico representa 800 professores. E assim mesmo, todos juntos, formam um bolo que representa apenas dois terços do que o ex-amigo de Donald Trump vai receber de sua empresa de carros elétricos.

Brilhante!

Parabéns, Javier Zarracina, Chiqui Esteban e equipe.

quarta-feira, 20 de agosto de 2025

Recorde de chamadas na capa

 

A capa de um impresso é, cada vez mais, uma criteriosa seleção de assuntos muito importantes e relevantes. É preciso escolher o que vai impactar no olhar do leitor -e evitar pequenas informações irrelevantes. Capa é o cartão de visitas, o amor à primeira vista. Esse impacto vai incentivar (ou não) a leitura do jornal.

Pois O Globo (Rio de Janeiro, RJ) fez exatamente o contrário na edição de hoje. Nada menos do que 24 informações. Sim, 24! Um verdadeiro recorde.

Para comparação em edições de hoje: O Estado de S. Paulo (SP), famoso por sempre colocar mais chamadas do que o necessário, tem 16. The New York Times (Nova York, NY), outro que exagera nas chamadas, hoje apresenta 19. The Washington Post (Washington, DC) 20. The Guardian (Londres, UK) 6. Corriere della Sera (Milão, Itália) 16.

terça-feira, 28 de janeiro de 2025

A mesma foto



Hoje estava fácil escolher a foto da capa dos impressos.

Na Espanha, na Itália, nos EUA ou no Brasil.

A mesma imagem do corredor.






segunda-feira, 7 de outubro de 2024

A releitura do ataque do Hamas a Israel

Um ano do ataque do Hamas a Israel.

Impressos do mundo inteiro lembram o fato.



quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

Saiu no Post, mas não na imprensa brasileira


Está na capa do The Washington Post (Washington, DC) de hoje: a história de Cristina, brasileira, que foi de São Paulo até a Argentina para sofrer um aborto.

Curioso como um fato tão corriqueiro - e ilegal - que acontece cerca de um milhão de vezes por ano está fora da mídia.

O aborto mal feito acaba sendo responsável por 200 mil internações a cada ano, um caos.

E nada sai na mídia.

quinta-feira, 8 de junho de 2023

Quinta-feira das imagens


A consequência do fogo em algumas florestas do Canadá chegou às capas dos Estados Unidos. Pudera, a cor do céu mudou.

Foi um dia de muito trabalho e criatividade para os repórteres fotográficos nos EUA. O resultado está nas capas dos impressos até no Brasil.


 

quinta-feira, 25 de maio de 2023

Tina e o sentido de uma capa


Se tivesse que resumir as capas dos impressos de hoje, com as justas homenagens a Tina Turner, seria: Libération (Paris, França) e o resto do mundo.

O trabalho do Libé é tão forte, tão inteligente, que apagou os bons trabalhos das demais capas.

Folha de S. Paulo (SP), The Globe and Mail (Toronto, Canadá) e tantos outros tentaram, com fotos em P&B e outras técnicas. O Correio* (Salvador, BA) chegou perto.

Mas o Libération foi sensacional.

Para isso, sim exatamente para isso, serve uma capa. Toca nas sensações. Faz pensar. 

Brilhante.

 

terça-feira, 10 de janeiro de 2023

Terrorismo em Brasilia ainda repercute no mundo


O ataque à democracia no Brasil segue repercutindo no mundo. E já aparecem elogios ao Governo Lula, pela forma como conduziu o processo para sair da crise.

El País (Madri, Espanha), Frankfurter Allgemeine (Frankfurt, Alemanha), Le Monde (Paris, França) e The Washignton Post (Washington, DC) seguem atentos ao Brasil.


 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

O mundo olha o Brasil com preocupação

A imagem do Brasil só ficou mais arranhada depois dos ataques golpista de ontem em Brasília. Nas mais importantes capas do mundo.

O planeta espera que os responsáveis sejam punidos. O Brasil também.

Que vergonha!