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segunda-feira, 7 de outubro de 2024

A releitura do ataque do Hamas a Israel

Um ano do ataque do Hamas a Israel.

Impressos do mundo inteiro lembram o fato.



quinta-feira, 25 de maio de 2023

Tina e o sentido de uma capa


Se tivesse que resumir as capas dos impressos de hoje, com as justas homenagens a Tina Turner, seria: Libération (Paris, França) e o resto do mundo.

O trabalho do Libé é tão forte, tão inteligente, que apagou os bons trabalhos das demais capas.

Folha de S. Paulo (SP), The Globe and Mail (Toronto, Canadá) e tantos outros tentaram, com fotos em P&B e outras técnicas. O Correio* (Salvador, BA) chegou perto.

Mas o Libération foi sensacional.

Para isso, sim exatamente para isso, serve uma capa. Toca nas sensações. Faz pensar. 

Brilhante.

 

quarta-feira, 19 de abril de 2023

50 anos do Libé


O jornal que mexeu com a geração Maio de 68 na França completou 50 anos ontem. 

Sempre provocando, sempre opinando, sempre sem medo de falar sobre temas espinhosos, o Libération (Paris, França) é um marco no jornalismo europeu. Grandes escritores passaram por lá, desde um dos fundadores, o filósofo Jean Paul Sartre.

Vida longa ao Libé!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

Duas visões de um mesmo fato


A Copa do Mundo ficou en manos argentinas. Grande jogo, que encheu os olhos de quem gosta de um bom futebol.

Hoje, claro, os impressos hermanos comemoram e agradecem ao gênio Messi, enquanto os franceses tentar manter a cabeça erguida.

Ganhou o futebol.


 

segunda-feira, 25 de abril de 2022

Libération provocador, como sempre


Libération (Paris, França) provoca o vencedor das eleições presidenciais. "Obrigado quem?", pergunta.

É que os votos determinantes para sua vitória vieram do movimento que não quis a extrema-direita no poder - e não dos apoiadores da plataforma do centrista Macron.

O Libé, de centro-esquerda, não perdoa.

quinta-feira, 21 de abril de 2022

Libé revela preferências


O Libération (Paris, França), jornal da geração de Maio de 68, decidiu se posicionar para o segundo turno das eleições. Sem abrir voto para Macron, candidato à reeleição, afirma que Marine Le Pen - da extrema-direita - "ainda não está no nível".

Sutil. Mas decidido.

segunda-feira, 11 de abril de 2022

Tudo muito parecido na França


Não houve surpresas nas urnas da França ontem. E nem nas capas dos impressos. A criatividade estava de folga e os diários optaram pela imagem mais obvia. E, claro, se repetiram.

Libération (Paris, França), La Croix (Paris, França), 20 Minutes (Paris, França) e Corse Matin (Ajaccio, França) parece terem sido editados pela mesma pessoa.

Na vizinha Luxemburgo o Luxemburger Wort (Cidade de Luxemburgo, Luxemburgo) foi, pelo menos, um pouco mais ousado.








 

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Libération e os outros

A enorme mesa que separou os presidentes Putin e Macron em Moscou ganhou as capas do mundo. Mas era preciso ir mais longe.

O sempre criativo Libération (Paris, França) soube entender como ir além.

Muito bom.



 

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Pouco talento no adeus a Maradona

Talvez a morte de Diego Maradona tenha surpreendido os responsáveis pelas edições impressas. Talvez o isolamento social esteja dificultando a criatividade. Mas a verdade é que pouquíssimos jornais brilharam no dia seguinte à morte do craque.

No Brasil ninguém se destaca a ponto de justificar a compra de um exemplar. Tampouco na Argentina.

Bons exemplos estão em Libération (Paris, França) e La Tercera (Santiago, Chile). 

Os impressos ficaram devendo.


sexta-feira, 24 de julho de 2020

Linguagem nova x Linguagem tradicional


Jornais impressos por muitos e muitos anos serviram para publicar notícias e só notícias. E, por questões econômicas - custo do papel e impostos - era necessário colocar muitas informações em uma mesma página.

Só que o mundo mudou - pelo menos em alguns países.

O jornal ABC (Madri, Espanha) trabalha o conceito de jornal-revista, desde sua mais recente reforma gráfica. Libération (Paris, França) já nasceu com essa ideia.

Mas em outras sociedades ainda sobrevive o modelo tradicional. Hürriyet (Istambul, Turquia) e Ta Nea (Atenas, Grécia) seguem como se o tempo não houvesse passado.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Muito prazer, Jornalismo (com J maiúsculo)


O mundo inteiro fala das queimadas, do desmatamento. O Brasil convive com o (des)governo, com as chacotas deselegantes a líderes da diplomacia internacional.

E ninguém conta, afinal, o que são as florestas, o que há na Amazônia.

Enfim, o Libération (Paris, França), país de Brigitte e de Macron, revela em um bem recebido número especial, tudo sobre as florestas.

Para isso serve um jornal. Para contar o que ninguém sabe.