Um ano do ataque do Hamas a Israel.
Impressos do mundo inteiro lembram o fato.

Sempre provocando, sempre opinando, sempre sem medo de falar sobre temas espinhosos, o Libération (Paris, França) é um marco no jornalismo europeu. Grandes escritores passaram por lá, desde um dos fundadores, o filósofo Jean Paul Sartre.
Vida longa ao Libé!
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É que os votos determinantes para sua vitória vieram do movimento que não quis a extrema-direita no poder - e não dos apoiadores da plataforma do centrista Macron.
O Libé, de centro-esquerda, não perdoa.
Sutil. Mas decidido.

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Talvez a morte de Diego Maradona tenha surpreendido os responsáveis pelas edições impressas. Talvez o isolamento social esteja dificultando a criatividade. Mas a verdade é que pouquíssimos jornais brilharam no dia seguinte à morte do craque.No Brasil ninguém se destaca a ponto de justificar a compra de um exemplar. Tampouco na Argentina.
Bons exemplos estão em Libération (Paris, França) e La Tercera (Santiago, Chile).
Os impressos ficaram devendo.
Jornais impressos por muitos e muitos anos serviram para publicar notícias e só notícias. E, por questões econômicas - custo do papel e impostos - era necessário colocar muitas informações em uma mesma página.
O jornal ABC (Madri, Espanha) trabalha o conceito de jornal-revista, desde sua mais recente reforma gráfica. Libération (Paris, França) já nasceu com essa ideia.