Foi a revista inglesa The Economist (Londres, UK) quem melhor traduziu a trágica invasão ao Capitólio.
Perfeito!
Foi a revista inglesa The Economist (Londres, UK) quem melhor traduziu a trágica invasão ao Capitólio.
Perfeito!
Não chega a ser surpresa a decisão de abandonar o impresso (o Tampa Bay Times tomou a mesma decisão há mais de seis meses). O que surpreende é que os dois concorrentes saem juntos da circulação diária impressa. Ambos vão competir, a partir d agora, apenas no digital.
A solução que a Folha de S. Paulo (SP) utilizou nos bonitos traços de Veridiana Scarpelli é excelente. Desenhos que respeitam cada local, mas trazem uma identidade à informação.
Arte é jornalismo. Só é preciso saber usar, como fez a Folha.
O Diário de Notícias (Lisboa, Portugal) voltou às bancas 7 dias por semana. Em um cenário de extrema crise dos impressos, é uma notícia surpreendente, uma aposta que todos torcem para que dê certo.
Com 156 anos, o DN é a tradição jornalística de Portugal. Uma série de gestões problemáticas o levaram à lona. Agora tenta se levantar.
Vai ser difícil, mas vale a tentativa.
Parabéns à Folha, que ensina a impressos mais conservadores que arte é informação - e que, portanto, pode estar com destaque na capa.
E parabéns a Adams, um grande artista.