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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Quando a arte simples salva a capa


Muitas vezes uma boa ideia salva a capa. Nem sempre é preciso enormes trabalhos do departamento de arte para isso. A simplicidade basta.

Nos casos do Estado de Minas (Belo Horizonte, MG), A Cidade (Ribeirão Preto, SP) e Diário de Pernambuco (Recife, PE) a imaginação e um trabalho de não mais que 10 minutos da arte resolveram a capa.

Mas cuidado: se virar regra, a capa com arte simples vai cansar o leitor. A surpresa é elemento fundamental.




quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Um oceano de imprecisões


Jornais devem ser precisos. Ou não devem circular.

No Jornal da Cidade (Bauru, SP) "Hilux bate em Bauru". E será que o lanche ficou destruído?

No Diário do Nordeste (Fortaleza, CE) "Mensalão acaba na cadeia". Prenderam a mesada?

No Diário de Santa Maria (Santa Maria, RS) "Um retrato das estradas da região". E imediatamente cinco fotos.

Nos três casos, bastaria uma releitura atenta antes da publicação.

O risco das pesquisas


Faltam quatro dias para as eleições.

O Jornal de Jundiaí (Jundiaí, SP) crava uma pesquisa na manchete. Não questiona a seriedade do instituto ou a metodologia utilizada. Apenas o resultado - que bem pode ter sido encomendado por algum dos candidatos.

E se Bigardi não ganhar, como fica a moral do JJ?

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Porque hoje é terça


E terça vem depois de segunda.

E o domingo, de acordo com o calendário, vem ainda antes de segunda.

Então como é possível colocar em manchete a violência de domingo em plena terça-feira, como fez o Comércio da Franca (Franca, SP)?

Só porque o jornal não tem edição de segunda-feira? Acontece que o leitor viveu a segunda-feira. E se informou por outros meios.

Dessa forma o Comércio da Franca chegou gelado aos leitores.

Morto e sepultado.

A imagem que chama a atenção


Quem disse que é preciso ter sempre uma grande foto na abertura de um grande jornal?

Na capa do Frakfurter Allgemeine Zeitung (Frankfurt, Alemanha) o detalhe do autógrafo de Lance Armstrong é o que chama a atenção.

Sem seu rosto. Sem sua bicicleta.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Um primor de capa


A Revista Time (Nova York, SP) ensina semana a semana como fazer uma ótima capa.

A graça de hoje foi pegar o grafismo de um quadro-negro e, como se fosse escrito a giz, desenhar a capa e suas chamadas.

Sem foto. Sem gráficos. Só com a simulação da lousa.

A capa sensacional da Time coincide com o anúncio de sua concorrente Newsweek, de acabar com a edição em papel a partir de janeiro.

Os competentes seguem no barco.

De novo uma grande imagem


A foto comum é fácil de se fazer. Difícil é ir além, "viajar" sobre uma imagem aparentemente comum, como fez - outra vez - F. L. Piton, de A Cidade (Ribeirão Preto, SP).

Ousou, disparou na hora certa, virou capa.