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terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Capa de impacto, mas leitores não poupam críticas


A capa do Comércio da Franca (Franca, SP) tem muita força. As fotos de tres rapazes da cidade, mortos em um terrível acidente de carro. Fundo branco. Pequena mensagem. Tudo muito bem.

Os problemas, identificados pelos leitores que movimentam as redes sociais da cidade, vão mais longe.

1. Por que publicar as fotos dos três meninos apenas, quando outros jovens de Franca também morreram em acidentes de automóveis e motos nos últimos dias? Uma vida é diferente de outra?
Bem, o CF optou pelas mortes que chocam seus leitores. São rapazes da alta sociedade, universitários. Certamente os assinantes conhecem as famílias. Isso não chega a ser um problema.

2. Por que o jornal não fala das causas do acidente?
Sim, ao que tudo indica foi imprudência de um deles. O carro, um "modesto" BMW M5, trafegava em alta velocidade e despencou em um barranco. Até o momento não se sabe se quem guiava estava embriagado ou sob efeitos de drogas.

3. Não parece muito tempo de diferença entre o acidente (noite de sábado) e a capa de hoje (terça)?
Sim, o tempo joga contra a aposta de capa do jornal.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Duas boas capas no interior paulista


OK, são tragédias. Mas os jornais locais souberam trabalhar bem.

Comércio da Franca (Franca, SP) destacou o no sense de um homem ter atirado seu carro barranco abaixo para morrer, mas saiu vivo. Enquanto outros que nada tinham a ver com isso morreram no acidente.

A Cidade (Araraquara, SP), soube dar uma nova roupagem ao acidente que matou quatro.

Opinião Midiamundo: Apesar do ótimo trabalho, sempre há como melhorar. Comércio da Franca tinha a chance de relacionar os dois personagens (o vivo e o morto) por um detalhe curioso: os dois chamam-se Wesley. Isso rende matéria. Já A Cidade precisa resolver um problema gráfico que está prejudicando suas capas: a aplicação do logo em fundo azul. Se hoje AC tivesse aplicado cobre o preto da capa, esquecendo a cor básica, o impacto seria outro.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Lula lá - Quem se posicionou


Pelo menos quatro jornais vestiram camiseta amarela e saíram às ruas.

Notícias do Dia (Florianópolis, SC), Comércio da Franca (Franca. SP), Gazeta do Povo (Curitiba, PR) e Diário de S. Paulo (SP) já não escondem em que lado estão.

Isso não é normal no Brasil, onde as empresas de comunicação ainda consideram o mito da imparcialidade.


quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Em pleno 2015...



...uma prisão no início da manhã sai como notícia em alguns jornais do dia seguinte. Sem qualquer avanço. Sem entender que a notícia venceu, esteve por muito tempo nas mídias mais ágeis.

Ninguém na Folha de S. Paulo (SP), O Estado de S. Paulo (SP), Zero Hora (Porto Alegre, RS), Correio* (Salvador, BA), Comércio da Franca (Franca, SP), Diário da Manhã (Goiânia, GO), A Tribuna (Vitória, ES), Folha de Londrina (Londrina, PR) e Jornal NH (Novo Hamburgo, RS) pensou um centímetro mais longe.

Aí a circulação cai e os executivos ficam tentando entender o que aconteceu. Jornais que falam o obvio, a ex-notícia, não são mais necessários. Ponto.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Dia de manchetes infelizes



Três manchetes infelizes pelo interior do Brasil.

A afirmação de O Paraná (Cascavel, PR) é simplesmente mentirosa. A otimista pesquisa diz que o PIB poderia crescer até 20%. Mas para a esquentar a manchete vale tudo.

No Jornal da Cidade (Bauru, SP) a frase fica sem sentido. Vítimas graves aumentam. Aumentam o que? Altura? Peso?

E no Comércio da Franca (Franca, SP) o jornal assume como verdade um anúncio também otimista. E exagera nos verbos no futuro: receberá, irá...

Jornais precisam caprichar um pouco mais nas manchetes, a principal informação do dia.


quinta-feira, 26 de março de 2015

De olho na cidade


O Comércio da Franca (Franca, SP) está conseguindo fazer aquilo que o leitor espera de seu jornal local: fiscalizar as instituições.

Hoje publica na capa os acusados de desvio de dinheiro público - inclusive o prefeito.

O jornal é o braço ativo de defesa do cidadão.

terça-feira, 17 de março de 2015

Como se faz


Cerimônias fúnebres são sempre tristes. Ainda mais depois de uma tragédia, como a do ônibus em Santa Catarina.

A Hora de Santa Catarina (Florianópolis, SC) soube ser elegante e emotivo ao mesmo tempo. A foto de Diorgenes Pandini mostra tudo sem mostrar nada. Perfeita.

Já o Comércio da Franca (Franca, SP) se posicionou frente ao autoritarismo da Câmara de Vereadores. Mensagem claríssima, até com uma tarja preta.

Os leitores agradecem.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Sydney fica no Brasil?


Pelo menos cinco jornais brasileiros se contaminaram pela preguiça do ano novo e emplacaram uma irrelevante foto da festa da virada... na Austrália.

A Tarde (Salvador, BA), a primeira edição da Folha de S. Paulo (SP), Comércio da Franca (Franca, SP), Jornal da Cidade (Bauru, SP) e Folha da Região (Araçatuba, SP).

Exemplos que como deixar o jornal totalmente dispensável na primeira edição do novo ano.



sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Muito cuidado para não ultrapassar a fronteira


O jornal Comércio da Franca (Franca, SP) pertence à família Corrêa Neves.

O diretor-executivo é Corrêa Neves Junior, sendo o site da empresa. Na capa do jornal aparece como Diretora-Responsável Sonia Machiavelli (que na verdade chama-se Sonia Machiavelli Corrêa Neves).

Corrêa Neves Junior é candidato a deputado federal.

Corrêa Neves Junior está na capa do jornal de hoje, como notícia. Ele tem sido presença constante nas capas.

A ética diz que o jornal não deve favorecer esse ou aquele candidato. O risco é perder duas vezes: nas urnas e nas bancas.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Mais um "engana notícia"


O Comércio da Franca (Franca, SP) é outro jornal que considera seus leitores cidadãos que não utilizam meios eletrônicos e muito menos digitais, assim como Zero Hora. TV é utopia em Franca. Internet, então, nem pensar.

Só isso explica a opção editorial de publicar na capa de hoje, terça-feira, foto do jogo de basquete ocorrido domingo. Se o CdF não circula segunda-feira, o problema é do leitor - esse alienado que precisa esperar até terça para saber se o Brasil ganhou da Argentina.

Verdade que no site do Comércio da Franca a vitória sobre a Argentina também não aparece no domingo ou na segunda-feira. A última informação sobre o Mundial de Basquete é de terça-feira passada, dia 02.

Aí fica difícil.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

O jornal inteligente e os outros


Qual a diferença entre as edições de A Cidade (Ribeirão Preto, SP) e os demais jornais que aparecem nessa página?

Inteligência editorial.

Todos falam dos números do IBGE, mas só o diário do interior paulista não limitou-se ao release e à nota de agência. Foi além, como deve fazer um bom jornal.

O resultado é uma edição primorosa, enquanto Notícias do Dia (Joinville, SC), Jornal da Manhã (Ponta Grossa, PR), Comércio da Franca (Franca, SP) e Pioneiro (Caxias do Sul, RS) se acomodam no menor esforço.




quarta-feira, 30 de julho de 2014

O jornal acordou


Finalmente o Comércio da Franca (Franca, SP) se deu conta do tamanho da escalada de violência na cidade e resolveu protestar.

É um grito, que ecoa nos leitores: chega!

Quando um jornal como o CdF dedica capa monotemática a algo, bem diferente do habitual, significa que a causa é séria.

Acertou o Comércio da Franca, ainda que graficamente a capa tenha deixado a desejar.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Copa: os poetas


Quem não consegue fazer uma boa manchete apela para a poesia. E o resultado é quase sempre um fiasco. Não diz absolutamente nada.

Nesse grupo estão O Povo (Fortaleza, CE) e Comércio da Franca (Franca, SP).

sexta-feira, 21 de março de 2014

Se dá para complicar, por que facilitar?


O jornalismo é, cada vez mais, uma arte onde não se deve permitir a perda de tempo. Nem as palavras inadequadas em locais impróprios.

Então por que o Diário do Nordeste (Fortaleza, CE) inventa "apreendido" no lugar de "preso"?

E para que o "fartos" na manchete do Comércio da Franca (Franca, SP)?

Se puder facilitar a vida do leitor, facilite. Complicar é convidá-lo a trocar de jornal.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Coisas do Interior - II


Franca também colabora com a enciclopédia das informações irrelevantes nas manchetes.

Um plano de saúde afastou uma médica credenciada - fato absolutamente normal em qualquer plano de saúde que pretenda ser sério, para evitar falcatruas.

O que fez o Comércio da Franca (Franca, SP)? Manchete!

E em chamadinhas fatos "sem importância" como a admissão de culpa da secretária da saúde no atendimento aos milhares de habitantes e o assassino confesso que desvenda o crime do aeroporto local.

Será que tem alguma interferência externa nessa escolha editorial?

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Jornal no mais velho estilo


O Comércio da Franca (Franca, SP) é um exemplo de como um projeto gráfico moderno não consegue mudar o velho modo de se pensar um jornal.

O acidente de Gessyca aconteceu às 02h, ou seja, mais de 24 horas antes do primeiro leitor receber seu exemplar.

Muita coisa aconteceu depois do acidente, inclusive a chegada do corpo, como mostra a fotografia.

Então como é possível um jornal "noticiar" a morte da estudante? Por acaso é novidade para alguém?

Uma manchete lamentável do Comércio da Franca. Nos dois sentidos.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Embalagem errada


Imagine tomar vinho de garrafão embalado com a identidade semelhante a um italiano Brunello de Montalcino. Pois é, não combina. O rótulo não consegue alterar o gosto do produto.

Assim está o Comércio da Franca (Franca, SP), um projeto gráfico moderno e sério, com características entre o Estadão e o Valor Econômico. Só que o conteúdo parece mais popular e sanguinário do que nunca.

Jornalismo local é um pouco diferente do que o CF apresenta.

Desse jeito, apenas tenta ludibriar o leitor.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

A ilusão do projeto gráfico


A esmagadora maioria dos diretores de jornais - principalmente os pequenos e médios - acredita que para mudar seu produto basta lançar um novo projeto gráfico. Esse erro é repetido centenas e centenas de vezes.

Só que o projeto gráfico deve ser casado com o modelo editorial. Ou fica um enorme samba de bêbado.

O Comércio da Franca (Franca, SP) lançou seu novo projeto gráfico há pouco mais de um mês. Mas esqueceu-se de revisar o modelo editorial.

Hoje apresenta um grafismo elegante, inspirado nos traços do Estadão, mas o conteúdo mais perto do popular. E isso não funciona.

A manchete de hoje é um exemplo vivo dessa dicotomia.

sábado, 31 de agosto de 2013

Não basta mudar a embalagem


O Comércio da Franca (Franca, SP) lançou há poucos dias um novo projeto gráfico, até com alteração de logotipia.

O jornal passa hoje uma imagem mais séria, inspirada nos jornalões.

Mas bastou um crime hediondo para o conteúdo destoar totalmente da embalagem.

A manchete de hoje é digna dos populares mais sanguinários, do que há um tempo se chamava imprensa marrom.

Assim não tem como funcionar.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Mudou a embalagem, mas manteve o vício


O Comércio da Franca (Franca, SP) mudou o projeto gráfico e o logo.

Ficou bem melhor, ainda que reine o conceito de colocar muitas informações na capa. 

A tendência dos jornais contemporâneos e apostar mais em menos assuntos.

Nisso o Comércio ficou devendo.