
terça-feira, 2 de maio de 2023
Valor de cara recauchutada

quinta-feira, 9 de junho de 2022
O Globo leva prêmio do INMA
O Globo (Rio de Janeiro, RJ) foi o grande vencedor brasileiro nos Prêmios INMA (International News Media Association) 2022. A competição reconhece ideias e iniciativas de veículos de comunicação em busca de audiência, novas receitas, engajamento, criatividade e fundamentalmente boas ideias.
O Globo venceu na categoria Melhor Ideia para Engajar a Audiência, entre marcas nacionais, com o projeto O Globo LGBTQIAP+, de 28 de Junho de 2021, que até mexeu no logo do diário carioca.
Os brasileiros costumam ganhar reconhecimento no INMA, mas dessa vez só O Globo, Valor Econômico (SP) e Editora Globo (SP) tiveram alguma menção.
Os vencedores aqui.
terça-feira, 8 de março de 2022
Os finalistas do Prêmio INMA
O Global Media Awards, da INMA (Associação Internacional de Veículos de Comunicação), é o grande prêmio da indústria de mídia. Não se trata de jornalismo, mas de tudo o que está em torno do "core", o que faz o bom conteúdo obter sucesso.
Entre os 333 finalistas de 2022 - que acabam de ser revelados - apenas dois brasileiros: O Globo (Rio de Janeiro, RJ) e Valor Econômico (SP), esse em 3 categorias. Dia 09 de junho se anunciam os vencedores.
O Globo concorre em Melhor Idéia para Engajamento da Audiência com a campanha LGBTQIAP+ (veja vídeo abaixo). Valor em Melhor Ideia de Assinaturas para Nichos, Melhor Campanha Publicitária Multicanal e Melhor uso de Data para Resultados.
Todos os indicados nesse link.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022
A queda - sem retorno - dos impressos no Brasil
sexta-feira, 25 de junho de 2021
Circulação de impressos em queda livre no Brasil
Levantamento do Poder360 (Brasília, DF), com dados do IVC, revela que só nos primeiros cinco meses do ano a queda foi de 12,21% - considerando apenas 10 jornais - líderes - de SP, RJ, MG, RS, BA e CE.
O crescimento de assinaturas digitais, no mesmo período, foi de apenas 3,3% considerando as mesmas 10 marcas - e por um valor sensivelmente menor do que uma assinatura de impresso.
Quando a leitura se dá pela soma impresso+digital, nota-se uma queda total de 1,46% no mesmo grupo de veículos.
Chama a atenção que o impresso mais vendido do Brasil é O Estado de S. Paulo (SP), com apenas 76.416 exemplares por dia (metade do que tinha em 2015). O popular Super Notícia (Belo Horizonte, MG) despenca a 70.752 exemplares/dia (um terço do que aparecia há cinco anos), mesma performance de Zero Hora (Porto Alegre, RS) e de A Tarde (Salvador, BA).Muito consistente, no entanto, o crescimento digital de O Globo (Rio de Janeiro, RJ), Folha de S. Paulo (SP) e Valor Econômico (SP) - veículos que investem na estratégia digital.
Mas o quadro geral é preocupante.
PS: os gráficos são do Poder360
quinta-feira, 6 de maio de 2021
Comece a se despedir de Época
Época (SP) nasceu no final dos anos 90 assumindo o modelo editorial da revista Focus, da Alemanha. Notas curtas, muita informação, reportagens de peso. Mas na largada resolveu fazer uma aposta equivocada: um nome diferente, único. Chamou-se Época, que não tinha qualquer tradição ou significado. E era tempo da Veja (SP) com mais de um milhão de exemplares.
Não deu certo. Rapidamente trocou-se editor-chefe, diretor de negócios e aos poucos Época respirou. Através de acordos com terceiros, lançou a maior campanha para promover novas assinaturas que o Brasil já conheceu. O cliente podia escolher uma passagem para qualquer destino do Brasil, que custava mais do que a assinatura. E era brinde. Cresceram os números, mas passado o período contratado não havia renovação.
Época tentou de tudo, mudou fórmula várias vezes, experimentou projetos gráficos. Mas nunca aconteceu. Nunca conseguiu o objetivo da Editora Globo: ser a principal revista brasileira, apesar de alguns "furos".
Há 5 anos a revista perdeu completamente a bússola. Não sabia para onde ir, embora tenha ganho sobrevida ao circular grátis para assinantes de O Globo (Rio de Janeiro, RJ) e de Valor Econômico (SP). Já em 2019 os boatos de que poderia encerrar a edição impressa cresceram. Mudou-se mais uma vez a liderança editorial. E não deu certo de novo.
A revista quase desapareceu. Segundo o IVC, em Dezembro/2020 a circulação impressa era de 38.964 exemplares (10% do que tinha seis anos antes) e digital com 49.835 assinantes (40% do que teve em 2018). Faltou relevância. Faltou inteligência criativa. Faltaram motivos para alguém buscar um exemplar.
A Editora Globo anunciou hoje que no final de maio a revista deixa de existir. Em todas as plataformas. Foram 23 anos de luta, sem nunca se firmar. A partir de agora a marca Época será uma seção na edição de sábado de O Globo. Reportagens, features, algo que possa surpreender.
Que pena.
PS: de minha parte me orgulho de ter publicado em Época. A reportagem O Fim do Museu das Notícias, publicada em dezembro de 2019, deu enorme repercussão.
quinta-feira, 27 de julho de 2017
O vício de publicar o "importante" na manchete
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
Perderam a oportunidade
A novidade, a surpresa, o inesperado.
Escolha qualquer uma das capas abaixo e entenda o porquê da queda acentuada na circulação de jornais no Brasil. O dia em que o Senado manda a presidente para casa tem interpretações absolutamente factuais, perdidas, velhas.
Que pena, perderam a chance de brilhar.
sexta-feira, 6 de maio de 2016
O algo a mais está aqui
Valor Econômico (SP) acertou na mosca: explicar, explicar e explicar. Para isso serve o jornal do dia seguinte.
O Popular (Goiânia, GO) e O Povo (Fortaleza, CE) chegaram bem perto: o que acontece no país depois da queda do polêmico presidente da Câmara.
Jornais precisam oferecer algo mais. Esses três jornais conseguiram oferecer valor ao leitor. Vale o investimento em um exemplar.
quarta-feira, 4 de maio de 2016
sexta-feira, 17 de abril de 2015
Dois bicudos não se beijam
A foto do dia não é apenas uma. Os repórteres fotográficos André Dusek e Pedro Ladeira captaram praticamente a mesma imagem.O quase-beijo, com seus respectivos bicos, traduz a realidade política. Por isso está nas capas de O Globo (Rio de Janeiro, RJ), Valor Econômico (SP) e O Estado de S. Paulo (SP).
Diz um velho ditado que "dois bicudos não se beijam". O ditado virou realidade.
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Embalagem errada
Imagine tomar vinho de garrafão embalado com a identidade semelhante a um italiano Brunello de Montalcino. Pois é, não combina. O rótulo não consegue alterar o gosto do produto.
Assim está o Comércio da Franca (Franca, SP), um projeto gráfico moderno e sério, com características entre o Estadão e o Valor Econômico. Só que o conteúdo parece mais popular e sanguinário do que nunca.
Jornalismo local é um pouco diferente do que o CF apresenta.
Desse jeito, apenas tenta ludibriar o leitor.











































