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terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Uma foto nota 10


Se chama Mila Cordeiro a autora dessa ótima foto, maravilhosamente bem editada na capa de A Tarde (Salvador, BA).

A força da imagem é meio caminho andado para que a primeira página do jornal seja potente. A foto cumpriu seu papel.

Falta de manchete


O Diário de Cachoeirinha (Cachoeirinha, RS), um município da Grande Porto Alegre, deve estar em crise. Crise de reportagem, crise de criatividade, crise de imaginação.

Ou como explicar que a conclusão obvia de uma palestra tenha virado manchete do jornal?

1. Irrelevante
2. Sem o menor interesse público
3. Absolutamente obvia, tipo "não-notícia"

Dessa forma o futuro do DC está selado. E não será feliz.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

A lua e o Capitólio


Sim, a imagem da lua contrastando com o Capitólio, em Washington, é muito bonita. Mas fica estranho quando três grandes jornais do país a publicam na capa, não?

The Washington Post (Washington, DC), The Wall Street Journal (Nova York, NY) e USA Today (McLean, VA) apostaram tudo no encontro do astro com a câmara dos deputados.




quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Quatro tentativas, nenhum acerto



Quando há um evento mais que esperado - como a final da Taça Libertadores com uma equipe local - os editores brilham. Criam capas antológicas.

Não foi o que aconteceu em Porto Alegre.

Quatro jornais tentaram - em vão - algo histórico. Mas tropeçaram.

Diário Gaúcho (Porto Alegre, RS) chegou perto, mas disse pouco. Metro (Porto Alegre, RS) arriscou uma ilustração, porém ficou devendo. Os tradicionais Zero Hora (Porto Alegre, RS) e Correio do Povo (Porto Alegre, RS) foram extremamente conservadores. E hoje era o dia da ousadia.

Todos perderam uma oportunidade. Quem sabe amanhã tem outra - que não seja a sempre presente foto com a taça no pódio.

Jornal local. Mas a foto...


Outra vez o Jornal da Cidade (Bauru, SP) esquece que é um diário de uma cidade do interior. E abre como foto principal uma imagem de Bali, Indonésia.

Sim, Bali!

Incrível. Depois os executivos de plantão discutem horas e horas os motivos para a circulação em papel estar em queda-livre.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

O que pretende o Estadão?


Difícil entender qual o objetivo de O Estado de S. Paulo (SP) em dar em manchete uma pesquisa Estadão-Ipsos que mistura gregos e troianos, ao perguntar "Aprova ou desaprova a maneira como atua no país?". E, sim, Luciano Huck levou 60%, afinal se julgava como ele atua...na TV. Se estivesses na pesquisa, juiz Sérgio Moro levaria um 70%, o cantor Roberto Carlos pelos menos 80% e o treinador Tite beiraria os 100%.

Só que a pesquisa é com presidenciáveis. E acaba elevando o apresentador Huck à ilusão de favoritismo. Isto é, no mínimo, irresponsabilidade do Estadão.

Como no mundo da mídia ninguém é bobo, a dúvida é por que o tradicional jornalão paulistano fez isso? O que pretende? De verdade os Mesquita apoiam Huck, como no passado fizeram com Collor?

PS: Do FaceBook de Flávo Ilha e de Mário Marona 

Os três "ex" juntos, outra vez


Três boas ideias para lembrar que os ex-governadores e parceiros (e hoje inimigos) Garotinho, Rosinha e Cabral se juntaram outra vez.

Na cadeia.

Extra (Rio de Janeiro, RJ) tem a foto do tempo em que jogavam no mesmo time. O Globo (Rio de Janeiro, RJ) usa uma charge. Enquanto o Metro (Rio de Janeiro, RJ) é quase um pôster de cinema.

Que dia "feliz" para se fazer uma capa!