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sexta-feira, 30 de dezembro de 2022

14 visões sobre o Rei

Informar a morte de uma personalidade é sempre um desafio para os impressos. Mais ainda depois da Internet, quando a notícia envelhece rapidamente.

O Adeus ao Rei Pelé ocupou as capas de 9 entre 10 jornais do mundo. hoje. Destacar-se entre tantas obviedades é algo que chama a atenção.

Sem dúvidas a grande capa do dia é do diário esportivo Ás (Madri, Espanha). 

Neste post, 10 destaques do Brasil, outro da Espanha, um da Itália e o último de Portugal.

Viva o Rei!



 

segunda-feira, 21 de junho de 2021

Desconexão entre impressos regionais e leitores


É muito curioso o comportamento dos impressos nessa segunda-feira, logo depois do país alcançar a nada invejável marca dos 500 mil mortos por Covid-19.

O Globo (Rio de Janeiro, RJ) e O Dia (Rio de Janeiro, RJ) souberam dar a dimensão necessária à barbárie. Ainda que de tão grave, o fato mereceria um editorial na capa. No mínimo.

Mas chama a atenção o desprezo que líderes regionais adotaram com o triste fato. Sem edição aos domingos, eles quase ignoraram os 500 mil nas capas de hoje.

Zero Hora (Porto Alegre, RS) dá manchete de votação na Câmara e foto gigante de um jogo de futebol. O Popular (Goiânia, GO) ignora por completo os 500 mil mortos. E O Tempo (Belo Horizonte, MG) pelo menos publica a foto das 500 mil rosas em Copacabana. 

Os impressos mostram-se completamente fora da realidade de seus leitores.




segunda-feira, 24 de maio de 2021

Trocadilho de qualidade


Enquanto a maior parte dos impressos brasileiros foram hoje às bancas (ou às casas dos assinantes) com desnecessárias capas sobre notícias obvias - como o clube que ganhou o campeonato regional de futebol - O Dia (Rio de Janeiro, RJ) foi muito feliz no trocadilho.

Para bom entendedor, sujeito que se transforma em verbo faz todo o sentido.

sexta-feira, 30 de abril de 2021

400 mil formas de demonstrar tristeza

O Brasil chegou à triste marca das 400 mil mortes por Covid-19. E esse número ainda vai crescer. Muito.
Alguns impressos conseguiram marcar a nada invejável conquista, que por isso não pode ser esquecida.
Destaque para o mapa de parentesco do Extra (Rio de Janeiro, RJ), as fotos dos ausentes de O Globo (Rio de Janeiro, RJ) e o uso de capa e contracapa em O Povo (Fortaleza, CE).


 

quinta-feira, 25 de março de 2021

Algumas ideias para marcar as 300 mil mortes


A chegada às 300 mil vítimas era uma tragédia anunciada. Ou seja, os impressos tiveram tempo para planejar uma edição que ficasse na memória, como a que O Globo fez para as primeiras 10 mil mortes. Mas poucos aproveitaram a chance.

Folha de S. Paulo (SP) compara em foto aérea a ocupação de espaço de um cemitério. Uma boa ideia, ainda que a informação mais relevante esteja em um gráfico simples abaixo: o tempo para cada 100 mil mortes.

Estado de Minas (Belo Horizonte, MG) lança nomes de mortos (como O Globo nos 10 mil) e, por falta de espaço, ao final, aparece um "X 1.000". O Globo (Rio de Janeiro, RJ) usa a mesma ideia da Folha, o mesmo cemitério. E um pequeno quadro. Enquanto Metro (SP) faz o simples: um gráfico que escancara a barbárie.

O Estado de S. Paulo (SP) traz a imagem de gente que perdeu familiares, quanto O Dia (Rio de Janeiro, RJ), bem ao seu estilo, faz uma capa-pôster.

Não são capas para "recortar e guardar", embora aqui apareça alguma criatividade e posicionamento - o que é fundamental para os impressos.

 

quinta-feira, 19 de março de 2020

Enquanto jornalões e populares saem bem, imprensa local cai no conto do Planalto


A coletiva mascarada do Presidente da República e seus ministros foi patética. Um factóide de baixo nível, que serviu de querosene para os panelaços noturnos. Em poucas palavras é a leitura do dia de ontem.

O Estado de S. Paulo (SP) entendeu e fez uma capa posicionada. Folha de S. Paulo (SP) e O Globo (Rio de Janeiro, RJ) também.

Mas Correio Braziliense (Brasília, DF), O Dia (Rio de Janeiro, RJ) e Zero Hora (Porto Alegre, RS) parecem pautados pelo Planalto. Não valem o que custam.

Quem se posicionou conforme o comportamento do leitor foram os populares cariocas. Extra (Rio de Janeiro, RJ) e Meia Hora (Rio de Janeiro, RJ) foram, outra vez, muito criativos.





quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

O segundo sentido


O Dia (Rio de Janeiro, RJ) sempre se destacou pela criatividade, ainda mais pela influência do "irmão" Meia-Hora.

Hoje o diário carioca foi muito feliz ao falar da libertação do ex-governador.

PS: dica do atento amigo Gabriel Flores

sábado, 18 de maio de 2019

O Dia, outra vez sensacional


O impresso serve para a pós-notícia, para a análise, a crítica, o exclusivo. E isso deve ser transmitido da maneira mais criativa. A narrativa linear - título, texto e foto - muitas vezes vira paisagem.

O Dia (Rio de Janeiro, RJ) é desses jornais que não quer ser mais um na banca. Pretende mostrar para que serve.

Se o túnel do Rio desabou, a capa de O Dia também vira pedacinhos.

Excelente!

quinta-feira, 16 de maio de 2019

A melhor capa do dia


Mesmo com o povo nas ruas, poucos jornais conseguiram fazer uma capa que combine com a importância das manifestações de ontem.

O melhor, de longe, foi O Dia (Rio de Janeiro, RJ).

Simples e direto.

terça-feira, 9 de abril de 2019

O Rio de Janeiro não está tão lindo assim


No mesmo dia o carioca precisou conviver com a notícia de que o Exército fuzilou um músico, sem explicações, e que São Pedro castigou a cidade com uma chuva impressionante.

O sempre criativo Extra (Rio de Janeiro, RJ) fez uma capa sensacional na primeira edição (ESQ), mas mudou para registrar a força das águas na terceira edição.

O Dia (Rio de Janeiro, RJ) registou 80 furos de bala na capa. Meia Hora (Rio de Janeiro, RJ) e Metro (Rio de Janeiro, RJ) preferiram as palavras, em um dia de poucas palavras e muito sofrimento.